
Por Moisaniel Filho
Representante da Minerar avalia positivamente a implantação da tecnologia e recebe apoio institucional da Secretaria de Estado de Mineração, Gás e Energia (SEMIG).
O avanço das iniciativas voltadas à implantação de tecnologias limpas na mineração artesanal do Amazonas ganhou um importante reforço nesta semana. Após realizar uma visita técnica às áreas de atuação da COOPERMINA, em Novo Aripuanã, o representante da empresa Minerar, Rui Chimara, manifestou entusiasmo com o potencial de adaptação dos equipamentos desenvolvidos pela empresa para a realidade da mineração aluvial na região.
Durante a visita de campo, Rui Chimara conheceu de perto as plataformas de trabalho e avaliou as condições operacionais da atividade mineral desenvolvida pela cooperativa. Segundo ele, as adequações necessárias são relativamente simples, tornando plenamente viável a utilização da tecnologia de concentração gravimétrica para a extração de ouro sem o uso de mercúrio, um dos principais objetivos do projeto conduzido pela COOPERMINA.
Apoio da SEMIG
No retorno da agenda técnica, a comitiva foi recebida pelo secretário da Secretaria de Estado de Mineração, Gás e Energia (SEMIG), Ronney César Campos Peixoto, oportunidade em que foram apresentados os resultados preliminares da visita.
Na reunião, o secretário destacou que o Governo do Amazonas acompanha com interesse iniciativas voltadas à adoção de tecnologias ambientalmente sustentáveis, reafirmando o apoio institucional a projetos que contribuam para consolidar a exploração mineral responsável, eliminando o uso do mercúrio e promovendo maior proteção ao meio ambiente.
Próximos passos

De volta a Goiânia, Rui Chimara já iniciou a elaboração da estratégia técnica e comercial destinada ao fornecimento do primeiro equipamento que deverá ser implantado pela COOPERMINA, etapa considerada decisiva para o desenvolvimento do projeto-piloto de mineração sustentável no sul do Amazonas.
A direção da cooperativa agradeceu o apoio recebido durante toda a visita técnica, especialmente à SEMIG, destacando que o diálogo entre o setor produtivo, o Governo do Estado e as empresas de tecnologia representa um passo importante para a construção de um novo modelo de mineração artesanal, baseado na inovação, na responsabilidade ambiental e no respeito à legislação brasileira.










