Bolsonaristas confirmam Motociata da Solidariedade no sábado, em Manaus

  • Segundo informações do Coronel Alfredo Menezes, a motociata prevista para o próximo dia 17, sábado, está confirmada e será realizada em ato de solidariedade ao presidente da República, Jair Bolsonaro (Sem partido).
  • De acordo com a Secretaria de Comunicação do Palácio do Planalto, o presidente sofreu uma obstrução intestinal, devendo ser transferido de Brasília para São Paulo.
  • “Quero informar a população do Amazonas que os eventos de dois dias, 16 e 17, em que o presidente Bolsonaro participaria em Manaus foram cancelados. Mas em solidariedade ao presidente, decidimos realizar a motociata no dia 17”, postou Menezes no Instagram.

Concentração às 17hs no SIPAM/SIVAM

    • A motociata vai manter a concentração, às 7h, no Sipam/Sivam, localizado na Avenida do Turismo, com saída prevista para às 8h30,  seguindo ao Distrito do Cacau Pirera com volta em direção a Ponta Negra, onde será encerrada.
    • Motociclistas procedentes dos estados de Rondônia e Roraima participarão do evento de sábado.

Inauguração do residencial Manauara 2 será remarcada

    • A Prefeitura de Manaus vai remarcar a data para a inauguração da etapa B do residencial Manauara 2, com a presença do presidente Jair Bolsonaro.
    • Toda a agenda presidencial para os dias 16 e 17 de julho, em Manaus, foi cancelada ontem em função do estado de saúde de Bolsonaro. A exceção será a Motociata da Solidariedade, confirmada pelo Coronel Menezes.

Wilson Lima e Pazuello na CPI

    • A CPI da Pandemia decidiu ontem indiciar o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e o governador do Amazonas Wilson Lima (PSC).
    • Os senadores acreditam que os dois tiveram tudo a ver com os crimes de omissão e de responsabilidade durante a crise de oxigênio vivida pelo Estado na segunda onda da pandemia.
    • Na lista de indiciados, divulgada pelo vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), também constam os nomes do ex-secretário-executivo Elcio Franco, da ex-secretária de Gestão do Trabalho Mayra Pinheiro, a “Capitã Cloroquina”, e do ex-secretário estadual de Saúde do Amazonas Marcellus Campêlo.

Consumidores vão pagar o pato … e a conta

    • A aprovação ontem, pela Assembleia Legislativa (Aleam), da prorrogação da vigência do estado de calamidade pública no Amazonas apenas por mais 90 dias, soou como um duro golpe contra os consumidores que eram protegidos pela excepcionalidade.
    • O governador Wilson Lima queria a prorrogação por mais seis meses, mas os deputados disseram não, reduzindo a excepcionalidade para só três meses.
    • Então, a partir de outubro todas as inadimplências que vinham sendo roladas por causa da crise sanitária, serão cobradas a milhares de cidadãos de baixa renda.

Amazonas Energia e Águas de Manaus

    • Com as bocarras escancaradas, prontas para devorar os inadimplentes, que não puderam pagar as contas escorchantes de luz e água durante a pandemia, não veem a hora de outubro chegar para cobrar os atrasados.
    • Tudo indica que as festas de fim de ano serão marcados por forte onda de cortes do fornecimento de luz e água, e também por justos protestos dos consumidores jogados na rua da amargura pela Aleam.

Dermilson alerta sobre “cheque em branco”

    • Para o deputado Dermilson Chagas (sem partido), a prorrogação do estado de calamidade pública pelo prazo de 90 dias, a contar de 30 de junho de 2021, “é um cheque em branco para o Governo do Estado fazer mais dispensas de licitações, como vem acontecendo desde a primeira onda da pandemia”.

31 anos do ECA festejado na Aleam

    • Em cessão de tempo, de autoria do deputado Álvaro Campelo (Progressistas), a Assembleia Legislativa (Aleam) comemorou, na última terça-feira (14), os 31 anos de promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
    • No evento, a desembargadora Joana Meireles, Coordenadora da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), enalteceu o ECA, salientando ser ele referência internacional por ter traduzido em Lei os princípios da Convenção sobre os Direitos da Criança, adotada pela Assembleia Geral da ONU em 20 de novembro de 1989.

Maioridade penal em questão

    • A propósito do Eca, recente pesquisa patrocinada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e realizada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul com 1.017 juízes brasileiros constatou que mais da metade deles, 57,4%, é favorável à redução de 18 para 16 anos da maioridade penal como uma das formas de reduzir a violência.
    • Além da redução, 84,3% dos entrevistados concordam com a fixação de penas mais rigorosas para crimes graves, 93% dos ouvidos acreditam que os presos deveriam trabalhar obrigatoriamente nas penitenciárias e 28,4% acreditam que a instituição da pena de morte no País poderia contribuir para a redução da violência.

Menores podem ir para a cadeia, sim

    • De acordo com a AMB, a maioria dos países adota legislações específicas para evitar a impunidade. Na França, a maioridade penal é de 18 anos, mas jovens a partir dos treze e até os dezoito anos podem ser penalizados.
    • Na Inglaterra, a maioridade penal é de vinte e um anos para crimes comuns. Tratando-se de crimes hediondos o infrator é penalizado a partir dos 10 anos.
    • Nos Estados Unidos, se verifica divergências nas legislações dos seus 50 estados, sendo que em 18 deles os jovens que cometerem crime grave podem ser responsabilizados a partir dos 14 anos.

Quarentena eleitoral

    • Uma emenda, que conta com o apoio do presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira (PP-AL), poderá alterar a PEC, de autoria da deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), que propõe vedar a militares da ativa a ocupação de cargos em governos.
    • Lira e um grupo de parlamentares defendem que seja determinada uma espécie de “quarentena eleitoral” para quem quiser disputar eleições, o que alcançaria militares, policiais, juízes e procuradores.

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