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Universidades ampliam fronteiras e criam experiências que vão além da sala de aula

Levy Torres aluno da Wyden – Foto: Divulgação

A internacionalização da educação superior deixou de ser apenas um conceito presente em documentos institucionais para se consolidar como um processo estratégico e transformador dentro das universidades. Integrar dimensões globais e interculturais ao ensino, à pesquisa e à extensão significa ampliar horizontes acadêmicos e humanos, conectando estudantes a novas formas de pensar, produzir conhecimento e compreender o mundo. Mais do que atravessar fronteiras geográficas, internacionalizar-se representa expandir perspectivas e transformar a maneira como as pessoas enxergam a realidade e o papel que ocupam nela.

Horizontes ampliados

Esse processo não se limita apenas à mobilidade física. Embora a experiência de estudar fora ainda seja um privilégio de uma pequena parcela de estudantes, menos de 3% no mundo, iniciativas de internacionalização têm ampliado as possibilidades de acesso por meio de bolsas, programas institucionais e projetos colaborativos entre universidades. Dependendo do destino da imersão acadêmica, os estudantes vivenciam experiências culturais e educacionais distintas.

Na América do Sul é possível perceber fortes semelhanças culturais e históricas, ainda que o Brasil apresente particularidades como o idioma português. Já na Europa os estudantes encontram universidades centenárias que conciliam tradição acadêmica com infraestrutura tecnológica avançada. Em países da Ásia e da Oceania o contato com ambientes altamente tecnológicos desafia estereótipos e amplia a compreensão sobre inovação.

“A internacionalização amplia o repertório dos alunos e os conecta com diferentes realidades culturais e acadêmicas. Esse contato contribui para a formação de profissionais mais críticos, preparados e conscientes do seu papel em um mundo cada vez mais globalizado”, afirma o professor Joabe Riker, docente do Centro Universitário Martha Falcão Wyden.

Projetos de impacto

Para além das diferenças culturais, a internacionalização promove competências essenciais como empatia, pensamento crítico e adaptabilidade. Segundo Lucyane Mendes Silva, gestora dos programas de internacionalização da rede Wyden, a experiência vai muito além de viagens ou certificações.

“A internacionalização no ensino superior é uma experiência que transforma não apenas a trajetória acadêmica, mas também a forma como enxergamos o mundo e o nosso papel nele. Ao entrar em contato com outras culturas, ideias e formas de produzir conhecimento, ampliamos horizontes e fortalecemos nossa capacidade de dialogar com o diferente. Mais do que viajar, internacionalizar-se é construir pontes de conhecimento e de humanidade”, destaca Lucyane Mendes Silva.

Entre as iniciativas de destaque estão os seguintes programas:

  • “Wyden Global Experience”, que aproxima estudantes de vivências acadêmicas internacionais e promove competências globais.
  • “Enactus”, uma organização internacional que estimula o empreendedorismo social por meio de projetos de impacto.
  • “Língua e Cultura”, focado na prática real de idiomas e superação de barreiras de comunicação.
  • Intercâmbios remotos, que permitem a discussão de temas como Inteligência Artificial (IA) com especialistas estrangeiros.

Vidas transformadas

A unidade Unifacimp Wyden iniciou sua participação nas competições da “Enactus” em 2022, tornando-se pioneira na rede. Em meados de 2025, o “Wyden Global Experience” passou a reforçar essa iniciativa, promovendo integração e competitividade entre as instituições contempladas em editais.

Os relatos dos estudantes comprovam o impacto prático dessa jornada:

  • Lucy Nunes Cerasi, do curso de Direito da Faci Wyden, realizou um semestre na Universidade de Coimbra e destaca o contato com um ensino rigoroso e novas áreas do Direito.
  • Gabriela Pedroso Viana, estudante de Psicologia da Martha Falcão Wyden, lidera uma equipe de 11 membros na “Enactus”, fortalecendo suas habilidades de liderança estratégica.
  • Regilene Ataide Mariano Oliveira, de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da UniMetrocamp Wyden, utilizou o programa de línguas e intercâmbios remotos sobre IA para impulsionar sua transição de carreira.
  • Queila dos Santos Pereira, de Biomedicina da UniRuy Wyden, ressalta que a viagem acadêmica para Lima, no Peru, ampliou sua visão de mundo por meio da troca com estudantes de diferentes regiões do Brasil.

Agenda aberta

Experiências como essas demonstram que a internacionalização envolve a criação de redes de colaboração e o intercâmbio de saberes que transcendem a sala de aula. Ao promover esse tipo de iniciativa, as instituições de ensino superior contribuem para formar profissionais mais conscientes e preparados para os desafios de um futuro colaborativo.

Para detalhar essas oportunidades e discutir os impactos na trajetória profissional, será realizada uma programação especial aberta ao público:

  • Evento: Live sobre internacionalização e oportunidades acadêmicas.
  • Data: 23 de março.
  • Horário: 18h00.
  • Plataforma: Transmissão ao vivo pelo YouTube.

Sobre o Centro Universitário Martha Falcão Wyden

Fundado em Manaus no ano 2000, referência no ensino superior do Amazonas, o Centro Universitário Martha Falcão Wyden integra o grupo educacional Wyden e se destaca pela excelência acadêmica, inovação e compromisso com a formação de profissionais qualificados. Com cerca de 2.200 alunos, a instituição oferece cursos reconhecidos como Direito, Psicologia, Administração, Enfermagem, Odontologia e Medicina Veterinária. Fortemente envolvida em projetos de extensão, desenvolve ações gratuitas voltadas à saúde, educação e cidadania, aproximando os estudantes da realidade social da região. Com estrutura moderna, corpo docente experiente e forte vínculo com o mercado, o Martha Falcão Wyden contribui para o desenvolvimento humano e sustentável da Amazônia e do Brasil.

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