
Em memória do amigo e companheiro de rádio Marcelino, o inesquecível “Peito de Aço”, operador da Rádio Nacional de São Gabriel da Cachoeira, com quem dividi os microfones, os sonhos e esta aventura pelos caminhos da Serra do Traíra.
Por Moisaniel Filho (*)
Alô, alô, meus amigos! Alô, minhas amigas!
Estamos começando mais um programa Memórias em AM e FM — Fragmentos de uma vida contada pelas ondas do rádio.
Histórias vividas, personagens inesquecíveis e lembranças de um tempo que continua vivo na memória.
A história de hoje tem como título: “Dois perdidos na floresta da Serra do Traíra”.
Uma aventura que começou diante dos microfones da Rádio Nacional de São Gabriel da Cachoeira e nos levou para muito além do alcance dos nossos olhos, pelos rios, igarapés e caminhos da floresta amazônica.
Acompanhe com a gente.
Naqueles tempos da Rádio Nacional de São Gabriel da Cachoeira, Marcelino e eu fazíamos, à noite, um programa chamado “Boa Noite Rio Negro”.
O rádio, naquela imensidão amazônica, cumpria uma função que talvez seja difícil compreender para quem nasceu na era da internet e dos telefones celulares. Nossa voz atravessava distâncias que nós mesmos jamais hav tínhamos percorrido. Chegava aos rios, às comunidades mais afastadas e também aos homens que se aventuravam pelos garimpos da região da Serra do Traíra.
Muitos garimpeiros procuravam a emissora para deixar mensagens. Eram recados para familiares, amigos ou companheiros que permaneciam no garimpo. Nós transmitíamos aquelas mensagens pelo rádio e, dessa forma, acabávamos criando vínculos com pessoas que muitas vezes conhecíamos primeiro como ouvintes e somente depois pessoalmente.
São Gabriel da Cachoeira, na região conhecida como Cabeça do Cachorro, no extremo noroeste do Amazonas, é um dos maiores municípios brasileiros em extensão territorial, com mais de 100 mil quilômetros quadrados. Naquela vastidão de rios e florestas, o rádio era uma espécie de ponte invisível ligando pessoas separadas por dias de viagem.
Entre os garimpeiros que conhecemos estava João. Era um homem mais calado, que costumava vestir uma roupa bege que, na minha lembrança, tinha alguma coisa de indiana. Depois de uma temporada no garimpo, retornou a São Gabriel e comprou uma das melhores casas da cidade naquela época, localizada numa área privilegiada, de frente para a praia. Às vezes nos encontrávamos pelos bares da cidade, jogando sinuca e tomando uma cerveja. João era reservado, mas conosco conversava bastante. Tinha curiosidade sobre o funcionamento da rádio e demonstrava gratidão pelos recados que havíamos transmitido.
Foi nesse convívio que começou a nascer uma ideia.
Marcelino era operador de áudio da Rádio Nacional. Mas era também um rapaz inquieto, movido por uma ambição no melhor sentido da palavra: queria crescer, construir alguma coisa, melhorar de vida. Anos depois se tornaria comerciante em São Gabriel.
Naquele momento, porém, éramos apenas dois jovens trabalhando numa emissora de rádio e ouvindo histórias sobre homens que entravam na floresta e, vez ou outra, retornavam trazendo ouro, ficavam ricos em pouco tempo. De conversa em conversa, Marcelino começou a se entusiasmar.
Até que um dia me lançou o convite: “Moisaniel, vambora, rapaz! Vamos lá no garimpo. A gente não tem nada a perder. Quem sabe a gente não traz um ouro de lá?”.
A ideia parecia simples. Hoje, olhando para trás, percebo que quase todas as grandes encrencas começam com uma ideia que parece simples.
Perguntamos a João o que precisaríamos levar. Ele nos orientou sobre mantimentos, ferramentas e equipamentos. Compramos inclusive um jamanxim, uma estrutura rústica feita com galhos finos e cipós, usada para carregar mantimentos nas costas.
Também conseguimos lugar numa embarcação que levaria um grupo em direção à região do Traíra.
É importante registrar que estou falando de acontecimentos de muitas décadas atrás, inseridos em uma realidade histórica, social e ambiental bastante diferente da atual. A legislação, a fiscalização e a própria consciência da sociedade sobre os impactos da atividade garimpeira passaram por profundas transformações ao longo do tempo. O que relato aqui não pretende defender ou incentivar práticas ilegais, mas preservar a memória de uma experiência vivida por dois jovens radialistas em determinado período da história amazônica.
E assim partimos. Primeiro, foram muitas horas de navegação. Dormíamos e comíamos no barco. Em determinada comunidade, paramos para almoçar. O prato servido naquele dia foi jacaré.
Seguimos viagem até chegarmos a uma região onde uma cachoeira impedia a continuação da embarcação. Ali desembarcamos. Mas ainda estávamos muito longe do destino.
Depois da cachoeira, encontramos uma canoa que nos levaria por um igarapé estreito e tomado por troncos de árvores. A viagem tornou-se uma operação quase militar. Em vários pontos, todos precisavam descer da canoa, entrar na água e ajudar a transportá-la por cima dos obstáculos. Nem todo tronco podia ser cortado. Pisávamos sem saber exatamente onde. Podia haver uma cobra, um poraquê ou qualquer outro animal escondido naquela água escura. Mas íamos. Depois de praticamente um dia inteiro naquela peleja, finalmente chegamos à terra firme.
Foi quando descobrimos uma coisa: a aventura que imaginávamos ter começado em São Gabriel da Cachoeira ainda nem havia começado.
Colocamos os jamanxins nas costas. Nosso guia era o Jeriqueiro, figura muito conhecida em São Gabriel, homem de boa índole e que já conhecia parte daquele percurso. No início ainda era possível identificar uma vereda. Alguns garimpeiros mais experientes avançaram rapidamente e desapareceram na frente. Ficamos nós três: Jeriqueiro, Marcelino e eu. Caminhamos durante todo aquele primeiro dia. Quando escureceu, e na selva isso acontece por volta das 16h30, percebemos que teríamos de dormir no meio da floresta.
Estávamos com muita fome e muita sede. O problema era encontrar água. Estávamos numa região de baixada e resolvemos cavar o chão. Depois de algum esforço, começou a minar água. Era barrenta. Fomos retirando aquela água, esperando que o buraco tornasse a encher, até conseguirmos algo com aparência razoavelmente melhor. Passamos a água por um pano para retirar o excesso de barro e depois a fervemos. Com aquilo preparamos alguma coisa para comer. Provavelmente alguma conserva. Na floresta, ninguém estava preocupado com requintes gastronômicos.
Depois armamos as redes. Na nossa inocência, procurávamos colocá-las bem altas. A lógica era: “Se aparecer uma onça, estamos protegidos”. Anos depois fui descobrir que nossa estratégia não era exatamente um primor de conhecimento sobre felinos. Felizmente, naquela noite, nenhuma onça apareceu para testar nossa teoria.
Quem apareceu foi a chuva. E chuva na floresta não pede licença. Sentimos na pele o que se diz sobre a floresta amazônica: quente e úmida. Eu diria: muito quente e muitíssimo úmida. Mesmo com os plásticos improvisados sobre as redes, a água escorria pelos troncos das árvores, chegava aos punhos das redes e terminava molhando tudo. Estávamos tão cansados que protegemos a cabeça como foi possível e continuamos dormindo.
Na manhã seguinte aprendemos outra técnica da floresta: o café feito com o auxílio de um tição. Sem coador, colocava-se na vasilha um pedaço de madeira com a ponta em brasa, cujo choque térmico fazia a borra se assentar. Tomamos aquele café, comemos bolachas cream cracker e retomamos a caminhada.
O jamanxim, com aproximadamente 35 kg de mantimentos e ferramentas, que no começo parecia apenas pesado, começou a se transformar num instrumento de tortura. As pontas da estrutura ultrapassavam nossos ombros e se enroscavam nos galhos. A pessoa caminhava e, de repente, era violentamente puxada para trás. Os ombros já estavam machucados. A carga parecia aumentar a cada quilômetro. Até que decidimos esconder parte dos mantimentos na floresta. A ideia era recuperá-los na volta. Seguimos mais leves.
No dia seguinte encontramos o primeiro chavascal. Era uma espécie de pântano no meio da floresta. Escuro. Fechado, cheio de matéria em decomposição. Uma neblina limitava nossa visão a poucos metros. Lembrei-me de cenas de filmes de terror. Paramos diante daquela imensidão alagada.
Olhei para Jeriqueiro e perguntei: “E agora, amigo? Por onde a gente vai?”. Ele olhou para um lado. Olhou para o outro. Ficou alguns segundos em silêncio. Então respondeu: “Eu não sei”.
Ele não podia ter dado uma resposta pior. Havia pânico em seus olhos.
Marcelino e eu nos entreolhamos. “Como assim, não sabe?”. “Não sei. Não sei por onde é.”
Foi naquele momento que compreendemos nossa situação. Estávamos perdidos. No meio da floresta amazônica. Andei um pouco pela margem do pântano tentando encontrar algum sinal, uma pista, um vestígio.
Sobre a água havia uma camada de folhas mortas e resíduos vegetais. Em determinado ponto percebi uma pequena abertura, como se alguém tivesse passado por ali algum tempo antes.
“Gente, acho que é por aqui.”
Era tudo o que tínhamos. Entramos.
Dentro daquele pântano não havia referência alguma. Não se via o sol. As copas das árvores fechavam o céu. Havia troncos caídos, raízes e madeira apodrecida sob a água. E uma sensação sufocante, claustrofóbica. Íamos pisando onde imaginávamos haver apoio. Às vezes o pé encontrava uma raiz. Às vezes não encontrava nada. E o corpo afundava. Em determinado momento afundei de tal maneira que a água chegou próximo ao pescoço. No desespero, agarrei a primeira coisa que encontrei. Era uma árvore coberta de espinhos. Naquela hora, porém, espinho era o menor dos meus problemas. Depois de muito esforço conseguimos atravessar.
Do outro lado, procuramos novamente a vereda. E encontramos. Passei a caminhar na frente. Jeriqueiro seguia atrás, visivelmente abatido e constrangido por ter perdido a orientação. Mas nunca o culpei. A floresta confunde mesmo, tudo parece igual. Quem olha de fora imagina que basta seguir uma direção. Lá dentro é diferente. A desorientação é a um passo, basta um vacilo, uma desatenção. As árvores se repetem. Os caminhos desaparecem. O céu some. E a mata parece fechar-se novamente atrás de quem passa.
Continuamos. Então surgiu o segundo pântano. Maior. Muito maior. Paramos outra vez. Procuramos algum sinal de passagem. Nada parecia certo. Entramos. Houve momentos em que pensei: “Agora estamos perdidos de verdade. Se nos perdêssemos, agora eu seria responsabilizado”. Seguimos entre oração, intuição e tentativa. Um pouco para um lado. Depois para o outro. Sempre procurando algum indício de luz do outro lado, pois o pântano não conserva rastros. Até que, graças a Deus, alcançamos a outra margem. Puro milagre, misericórdia de Deus.
Se eu soubesse do risco de ficar perdido no meio de um pântano, nem por uma tonelada de ouro eu teria embarcado nesta aventura maluca.
Encontramos novamente a trilha. E seguimos. Ao final de aproximadamente três dias de caminhada, chegamos ao garimpo.
Nossa chegada foi memorável. Os homens que haviam seguido na frente já tinham anunciado: “O Moisaniel e o Marcelino estão vindo aí!”.
Muitos daqueles garimpeiros nos conheciam pessoalmente. Outros conheciam apenas nossas vozes através da Rádio Nacional. Fomos recebidos com uma festa. Houve foguetes e disparos para o alto, numa comemoração barulhenta da nossa chegada. Naquele instante compreendi ainda mais a força do rádio. Nós havíamos atravessado rios, igarapés, cachoeiras, pântanos e dias de floresta para chegar àquele lugar. Mas nossas vozes já haviam chegado muito antes de nós.
Ficamos apenas três dias. Marcelino ainda tentou experimentar a bateia e conhecer um pouco daquela atividade. Eu preferi não me aventurar.
Os mantimentos e algumas ferramentas que havíamos levado despertaram imediatamente o interesse de alguns garimpeiros. Ali, não havia dinheiro. Todas as negociações eram feitas em ouro.
Não precisamos consumir praticamente nada do que levávamos. Éramos convidados para tomar café numa barraca, almoçar em outra, jantar mais adiante. Vendemos boa parte dos mantimentos e ferramentas. Tudo trocado por pequenas quantidades de ouro. Até meu relógio entrou em uma negociação. Eu usava um relógio Orient. Um rapaz muito jovem indígena viu e disse: “Eu quero!”.
Minha primeira reação foi negativa. “Não vou dar, não.” Pensei que ele estivesse querendo simplesmente tomar o relógio, como soube que faziam os índios Waimiri Atroaris. Alguém então explicou: “Ele quer comprar de ti”. Resolvi testar a sorte: “Nove gramas de ouro”. Negócio fechado.
Saí do garimpo sem o relógio. Mas com nove gramas de ouro a mais. Quando decidimos voltar, já estávamos mais confiantes. Havia também alguém conosco que conhecia melhor o caminho. Naquela altura, meu tênis já havia desistido da aventura antes de mim. De tanto ficar molhado, o solado descolou. Passei a caminhar praticamente de meião pela floresta, tropeçando e sentindo espinhos nos pés.
No caminho recuperamos os mantimentos que havíamos escondido. E até eles acabaram sendo negociados por mais ouro. Naquela região, lembro que um quilo de arroz podia valer cerca de um grama e meio de ouro; e nós levávamos arroz, farinha, bolacha, isqueiro, sal, açúcar, café etc. Saímos ricos (risos).
Ao final, chegamos ao ponto de embarque praticamente sem mercadoria. Levávamos apenas o suficiente para comer no caminho. E o ouro. Guardávamos tudo dentro de pequenos vidros, daqueles antigos frascos de penicilina, muito bem fechados e amarrados ao corpo, por dentro da roupa.
Curiosamente, o caminho que havia levado cerca de três dias na ida foi percorrido em aproximadamente um dia na volta. Estávamos mais acostumados à caminhada e, principalmente, acompanhados por alguém que conhecia melhor o percurso e conseguiu evitar os pântanos que tanto sofrimento haviam nos causado.
Chegamos novamente à canoa. Era uma embarcação estreita, com algo em torno de dez metros de comprimento e uma pequena cobertura improvisada. Para manter o equilíbrio, viajávamos deitados transversalmente, alternando as posições dos corpos. E havia os insetos. As conhecidas mutucas pretas. Muitas. Tantas que resolvemos guardar as que conseguíamos matar em uma garrafa pet, apenas para mostrar depois a quantidade de mutucas que havia nos picado durante o percurso.
Parecia que a aventura estava finalmente terminando. Parecia. Porém, em determinado trecho, o prático que conduzia a embarcação errou o canal. A canoa foi parar sobre um lajedo de pedra. A proa ficou no vazio. Olhávamos para baixo e víamos a queda-d’água alguns metros adiante. Tivemos de desembarcar bem devagar sobre as pedras e ajudar na manobra para colocar novamente a embarcação no canal correto. Foi no braço. Conseguimos.
Depois de tudo aquilo, finalmente retornamos a São Gabriel da Cachoeira.
Marcelino e eu ainda tínhamos alguns dias de férias pela frente. E, depois de uma aventura daquelas, com o ouro que havíamos conseguido nas trocas dos mantimentos, das ferramentas e até do meu relógio Orient, nós nos sentíamos ricos. Pelo menos era assim que nos sentíamos.
Conseguimos uma carona em um avião Búfalo da Força Aérea Brasileira e embarcamos para Manaus, decididos a aproveitar o restante das férias e passar o Carnaval na capital.
Imaginem a cena: dois jovens radialistas que, poucos dias antes, estavam perdidos no meio da floresta, atravessando chavascais com água quase pelo pescoço, dormindo em redes molhadas pela chuva, carregando jamanxins nas costas e caminhando até de meião porque o meu tênis havia se desmanchado. Agora estávamos em Manaus. E com ouro. Para nós, naquele momento, aquilo era uma fortuna. Passamos aqueles últimos dias de férias aproveitando a cidade e o Carnaval, carregando conosco a sensação de que havíamos voltado do garimpo como dois homens ricos. Naturalmente, a riqueza durou o tempo que tinha de durar.
As férias terminaram. O Carnaval acabou. E chegou a hora de voltar.
Embarcamos novamente para São Gabriel da Cachoeira e retomamos nossa vida normal. Logo descobrimos que nossas namoradas, com ciúmes, tinham nos largado. É assim mesmo, não se pode ter tudo. Se elas vissem o quanto nos divertimos no Carnaval de Manaus, nos odiariam para sempre. Era como dizia a música “Sônia”, de Léo Jaime: “…só quero me dar bem, não quero compromisso” (risos).
Voltamos para a Rádio Nacional. Voltamos para os microfones. Voltamos para o “Boa Noite Rio Negro” cheios de histórias pra contar. Trouxemos um bloco com os nomes de vários garimpeiros.
E é curioso pensar nisso hoje. Pouco tempo antes, éramos nós que transmitíamos pelo rádio as mensagens destinadas aos garimpeiros que estavam escondidos na imensidão da floresta. Depois, por alguns dias, fomos nós que estivemos do outro lado: no meio daquela mata, distantes da cidade, seguindo rumos que quase nos fizeram não encontrar o caminho de volta.
O ouro que trouxemos acabou. O dinheiro também. Mas aquela aventura nunca terminou completamente. Porque ficou a história.
Hoje, tantos anos depois, percebo que fomos à Serra do Traíra imaginando encontrar ouro. E encontramos. Mas o verdadeiro tesouro daquela viagem não estava nos pequenos vidros que trouxemos cuidadosamente amarrados ao corpo. Estava na memória que trouxemos conosco. Uma história que nasceu diante dos microfones da Rádio Nacional de São Gabriel da Cachoeira, atravessou rios, cachoeiras, igarapés, pântanos e florestas e, depois de tudo, encontrou o caminho de volta para o mesmo lugar onde havia começado: o rádio.
Marcelino e eu voltamos às nossas funções. A vida seguiu. E o “Boa Noite Rio Negro” voltou a entrar no ar. Talvez, em alguma daquelas noites, tenhamos novamente transmitido um recado para algum garimpeiro nos confins da Serra do Traíra. Só que, daquela vez, quando abríamos o microfone, já sabíamos exatamente o tamanho da distância que nossa voz precisava percorrer para chegar até ele.
Bom, gente, por hoje é só! Esperamos que tenham gostado dessa história.
E lembrando: sábado que vem tem mais, aqui neste mesmo canal, no portal O Povo Amazonense!
Sempre uma nova história, uma nova lembrança, um novo fragmento das nossas Memórias em AM e FM, reunindo episódios vividos ao longo dessas quatro décadas e meia de amor ao rádio e à comunicação.
Eu sou Moisaniel Filho e agradeço, de coração, a companhia de todos vocês.
Um grande abraço!
E até sábado que vem, aqui no portal O Povo Amazonense, com mais uma história das nossas Memórias em AM e FM — Fragmentos de uma vida contada pelas ondas do rádio.
(*) é jornalista, radialista, publicitário, professor universitário, palestrante e especialista em Marketing Estratégico e Gestão Ambiental. Atua há mais de quatro décadas nos setores de rádio, televisão, jornal, gestão pública, educação e desenvolvimento socioambiental na Amazônia.
Criador do Projeto Socioambiental Consciência Limpa, da Rede Amazônica, dedicou-se à promoção da educação ambiental e da cidadania. É também formador de profissionais de rádio, ministrando cursos e palestras nas áreas de comunicação, radiodifusão e oratória.
Ao longo da carreira, exerceu funções de direção, gestão e comunicação em veículos de imprensa, instituições públicas e organizações da sociedade civil, sempre pautado pelo compromisso com a ética, a informação de qualidade e o desenvolvimento sustentável.
É autor de projetos, artigos e obras voltadas à comunicação, à memória do rádio e às questões socioambientais da Amazônia e atualmente articulista do Portal O Povo Amazonense.





