
A promessa do presidente Lula de trabalhar pela recompra da Refinaria da Amazônia (REAM), antiga Refinaria Isaac Sabbá (Reman), voltou a ganhar força nas ruas.
O Sindicato dos Petroleiros do Amazonas (Sindipetro-AM) intensificou a mobilização e cobrou que o compromisso saia do discurso e avance para a negociação efetiva.
O Amazonas quer a refinaria novamente sob o comando da Petrobras. A movimentação mostra que o tema continuará na pauta política e sindical até que haja uma definição do Governo Federal.
Movimento forte

Os petroleiros sabem que a decisão depende de uma equação financeira complexa, já reconhecida pelo próprio presidente Lula.
Ainda assim, o movimento aposta na pressão popular para fortalecer a posição da Petrobras numa eventual negociação com os atuais controladores da REAM.
Depois da privatização, a refinaria tornou-se símbolo do debate sobre soberania energética e desenvolvimento da Região Norte.
A vice de David Almeida

O comandante do Avante, David Almeida, acabou com as especulações e confirmou a médica Dra. Shádia Fraxe como companheira de chapa na disputa pelo Governo do Amazonas.
A escolha reforça a estratégia de explorar uma das áreas mais sensíveis da gestão pública, a saúde.
Ao apostar numa ex-secretária municipal que ganhou projeção durante a pandemia e na reorganização da atenção básica, David procura transformar resultados administrativos em ativo eleitoral para 2026.
13º salário na conta

O anúncio da primeira parcela do 13º salário dos servidores estaduais chega em boa hora para aquecer a economia amazonense.
Segundo o governo, mais de R$ 1,4 bilhão serão injetados no mercado com o benefício e a folha de julho.
Além do efeito econômico, a medida fortalece o discurso de equilíbrio fiscal às vésperas do calendário eleitoral.
PSD bate o martelo

Ao que tudo indica, não há mais dúvida de que a deputada estadual Alessandra Campêlo será oficializada como candidata a vice-governadora na chapa liderada por Omar Aziz (PSD).
A decisão encerra semanas de especulações e consolida uma chapa inteiramente formada por filiados do PSD.
Omar diz apostar na experiência política e na forte presença da deputada junto ao eleitorado feminino e nas pautas sociais para fortalecer sua caminhada rumo ao Governo do Estado.
Teto de gastos será de 7,1 mi

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já colocou um teto para a corrida ao Governo do Amazonas, fixado em R$ 7,1 milhões no primeiro turno, com possibilidade de mais R$ 3,5 milhões em caso de segundo turno.
A cifra confirma que a disputa pelo Palácio da Compensa continuará entre as campanhas mais caras da região.
O desafio, porém, será convencer o eleitor de que boas ideias valem mais do que grandes estruturas financeiras.
Samba pelo Bar do Armando

A defesa do tradicional Bar do Armando, no Centro Histórico de Manaus, ganhou um reforço de peso.
Chico da Silva, Rui Machado e Márcia Siqueira transformaram em samba o sentimento de milhares de amazonenses que veem o estabelecimento como parte da memória afetiva de Manaus.
Mais que uma canção, “Respeita a Tradição” tornou-se um manifesto em defesa de um dos maiores símbolos culturais da cidade.
Patrimônio vivo
O movimento em defesa do Bar do Armando já ultrapassou as redes sociais.
Artistas, intelectuais, músicos e frequentadores históricos decidiram abraçar a causa para evitar que um patrimônio cultural desapareça.
A mobilização deixa claro que, para boa parte da sociedade amazonense, preservar o bar significa preservar um pedaço da própria história de Manaus.
Michelle frustra o PL

A ausência de Michelle Bolsonaro na convenção nacional que oficializará Flávio Bolsonaro como candidato à Presidência, no próximo sábado, será interpretada politicamente, ainda que aliados atribuam a decisão aos cuidados com Jair Bolsonaro.
O gesto evidencia que as divergências internas ainda não foram totalmente superadas.
Soma-se a isso outro componente relevante, já que a Comissão Executiva Nacional do Partido Progressistas (PP) comunicou a Flávio Bolsonaro que manterá neutralidade na disputa presidencial, sinalizando que a construção de alianças poderá ser mais difícil do que o Partido Liberal (PL) imaginava.
O cenário enfatiza que a corrida ao Planalto segue marcada por rearranjos e disputas fortes dentro do campo conservador.










