Mundo Trump anuncia colapso militar do Irã e prevê fim iminente de guerra

Trump anuncia colapso militar do Irã e prevê fim iminente de guerra

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump - Foto: Casa Branca /EFE

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (09/03) que a guerra em curso contra o Irã pode terminar nos próximos dias. Durante uma entrevista coletiva realizada na Flórida o chefe de estado garantiu que as forças americanas já conseguiram neutralizar os principais alvos militares do regime islâmico.

Questionado por repórteres se as operações poderiam ser concluídas rapidamente Trump demonstrou otimismo e respondeu que acreditava que sim. O republicano reforçou a mensagem de vitória iminente para a imprensa e para a comunidade internacional.

“Muito em breve”, declarou Donald Trump sobre o encerramento do conflito.

O chefe da Casa Branca explicou que a estrutura de comando do regime iraniano sofreu danos irreversíveis. Segundo ele tudo o que eles têm acabou incluindo as lideranças do país.

“Dois níveis de liderança foram eliminados”, acrescentou Trump detalhando a operação que os americanos conduzem ao lado de Israel.

Sucesso militar

A capacidade de defesa iraniana foi amplamente comprometida segundo a avaliação do governo americano. Trump considera a incursão atual um tremendo sucesso e garantiu que o pior já passou.

“Eles não têm marinha, não têm força aérea e não têm liderança”, disse o presidente americano sobre o cenário de devastação em Teerã.

O republicano classificou a ofensiva como uma incursão de curto prazo e afirmou que os principais riscos do conflito já foram superados nos primeiros dias da operação iniciada no dia (28/02). O objetivo principal era impedir o desenvolvimento de armamentos de destruição em massa.

O presidente garantiu que o Irã não terá capacidade por um longo período de produzir armas nucleares contra os Estados Unidos Israel ou aliados.

Para dimensionar o ataque o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) informou que as forças americanas já atingiram mais de 5 mil alvos desde o início da operação representando um salto significativo em relação à atualização de sexta-feira (06/03).

Putin e petróleo

O conflito no Oriente Médio também movimenta o xadrez diplomático e econômico global. Durante a coletiva Trump revelou ter conversado por telefone com o presidente da Rússia, Vladimir Putin.

Veja os principais detalhes dessa articulação internacional abordados pelo presidente:

  • Diálogo: a ligação foi classificada como muito boa e positiva.
  • Oriente Médio: Putin demonstrou que quer ser útil na estabilização da região.
  • Ucrânia: Trump sugeriu que a Rússia seria ainda mais útil se encerrasse a luta sem fim no território ucraniano.
  • Economia: o governo estuda suspender algumas sanções relacionadas ao petróleo até que a situação se estabilize.

A medida econômica busca conter a alta vertiginosa dos preços que ultrapassaram a marca de US$ 100 por barril com o estouro da guerra afetando as bombas de combustível no mundo todo.

Nova liderança

A sucessão no regime islâmico também entrou na pauta. Trump confessou estar decepcionado com a escolha de Mojtaba Khamenei como novo líder supremo do Irã acreditando que a decisão vai levar ao mesmo problema de antes. Ao ser questionado se Mojtaba entraria na lista de alvos militares o presidente evitou dar confirmações.

“Seria inapropriado comentar”, respondeu Trump encerrando as especulações momentâneas.

Fique por dentro

A escalada militar entre os Estados Unidos e o Irã atinge um ponto decisivo com as declarações de Donald Trump sobre a destruição da infraestrutura de defesa de Teerã. A promessa de um fim rápido para o conflito e a possível flexibilização de sanções petrolíferas tentam acalmar os mercados globais que temem o impacto econômico prolongado. O diálogo com potências como a Rússia indica uma tentativa de reorganizar a geopolítica mundial em um momento de extrema tensão e reconfiguração de poder no Oriente Médio.

Fonte: https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/trump-diz-que-guerra-contra-o-ira-pode-terminar-em-breve-e-que-eua-ja-abateram-principais-alvos/

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