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Rua no Nova Cidade recebe 40 toneladas de asfalto e Redenção ganha nova rede de drenagem

Prefeitura de Manaus conclui recuperação asfáltica da rua Lima, no Nova Cidade - Foto: Divulgação/ Seminf

A infraestrutura de Manaus ganhou frentes de trabalho nesta sexta-feira (2/10), com intervenções direcionadas à mobilidade e ao escoamento pluvial nas zonas Norte e Centro-Oeste. A Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) concluiu a pavimentação da rua Lima, no bairro Nova Cidade, e avançou na recuperação do sistema subterrâneo da rua Iguatu, no bairro Redenção.

As ações buscam mitigar problemas crônicos enfrentados por moradores, embora evidenciem o desafio permanente de manter a malha urbana conservada diante do descarte inadequado de lixo e do desgaste natural das vias.

Recuperação na Zona Norte

A intervenção na rua Lima envolveu o lançamento de aproximadamente 40 toneladas de massa asfáltica para nivelar o solo e restabelecer a trafegabilidade de veículos e pedestres. Os trabalhos executados pelas equipes técnicas seguiram etapas que compreenderam a limpeza prévia do trecho, a aplicação de imprimação e o recapeamento das áreas que apresentavam maior deterioração.

A agilidade nos reparos atende a uma demanda diária de circulação na comunidade do bairro Nova Cidade. O secretário municipal de Infraestrutura, Madson Rodrigues, destacou a abrangência das frentes de trabalho espalhadas pela capital.

“Temos equipes trabalhando simultaneamente em várias zonas de Manaus para atender às necessidades de cada região. O nosso trabalho é manter esse ritmo e seguir recuperando as vias, melhorando as condições de circulação e trazendo resultados que fazem diferença na rotina dos moradores”, afirmou o secretário municipal de Infraestrutura, Madson Rodrigues.

Drenagem na Redenção

Prefeitura de Manaus recupera rede de drenagem na rua Iguatu, no bairro Redenção – Foto: Divulgação/ Seminf

Na zona Centro-Oeste, os operários concentraram esforços na restauração da tubulação pluvial da rua Iguatu, após solicitações diretas de moradores para vistoria no local. O diagnóstico técnico apontou que o acúmulo de resíduos descartados de forma irregular obstruiu a calha subterrânea e danificou a estrutura responsável pela vazão das águas das chuvas.

Para sanar o gargalo estrutural, o projeto exigiu a substituição dos dutos rompidos por novas manilhas de concreto armado, além do anelamento dos segmentos da tubulação que apresentavam desgaste.

O secretário municipal de Infraestrutura, Madson Rodrigues, enfatizou a importância do estudo prévio antes da aplicação de insumos e intervenções nas vias.

“Antes de iniciar uma obra, nossas equipes avaliam o problema e estudam a melhor solução para cada situação. A determinação do prefeito Renato Junior é que a população receba serviços bem executados e com qualidade. Por isso, esse planejamento é fundamental para que possamos corrigir o problema e recuperar a rede de forma adequada”, afirmou o secretário.

Resumo dos serviços

  • Rua Lima no Nova Cidade: Aplicação de 40 toneladas de asfalto, com limpeza prévia, imprimação e regularização do pavimento.
  • Rua Iguatu na Redenção: Troca de tubos danificados por manilhas de concreto armado e anelamento de trechos desgastados.
  • Causa do dano na drenagem: Obstrução da rede provocada pelo descarte incorreto de lixo e entulho na via.
  • Critério de atuação: Vistorias técnicas prévias para mapeamento das falhas estruturais antes da execução das obras.

Desafios da conservação

Ações de asfaltamento e reparos em tubulações trazem alívio imediato para quem convive com buracos e alagamentos, mas a durabilidade dessas obras depende de um planejamento urbano integrado. Sem o combate rigoroso ao descarte irregular de lixo por parte da própria comunidade, qualquer investimento em redes de drenagem perde eficiência no período chuvoso. Da mesma forma, garantir que o recapeamento resista ao tráfego pesado exige fiscalização constante e materiais de alta durabilidade. O equilíbrio entre respostas rápidas às demandas comunitárias e soluções estruturais duradouras permanece como o principal desafio da gestão urbana em Manaus.

Fonte: ASCOM | Rayana Coutinho e Maria Amed/ Seminf

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