
Os primeiros 100 dias da gestão do prefeito Renato Junior confirmam uma administração presente nas ruas, próxima da população e comprometida com o desenvolvimento da capital.
Os números do Implurb demonstram que Manaus vive um dos momentos mais positivos dos últimos anos na construção civil e no planejamento urbano.
Somente entre janeiro e junho, foram licenciados mais de 477,5 mil metros quadrados para novos empreendimentos, refletindo a confiança dos investidores na cidade e a eficiência da gestão municipal.
Burocracia reduzida

O resultado dos 100 dias de Renato traduz uma Prefeitura que trabalha para reduzir a burocracia, acelerar processos e criar um ambiente favorável para quem investe, gera empregos e movimenta a economia.
Os primeiros 100 dias mostram que o prefeito imprime um ritmo de gestão baseado em resultados concretos, com obras, planejamento e desenvolvimento chegando a todas as regiões da cidade.
Capital com economia forte
O desempenho do Implurb nos primeiros meses da gestão Renato Junior confirma que Manaus voltou a viver um ciclo de expansão econômica.
O destaque é o recorde histórico registrado em maio, quando foram licenciados mais de 230 mil metros quadrados para novas construções, crescimento de 674% em comparação ao mesmo período do ano anterior.
Além dos 166 alvarás emitidos neste ano, o município também avançou na regularização urbana, com mais de 179 mil metros quadrados regularizados e 158 Habite-se expedidos, garantindo segurança jurídica e fortalecendo o ambiente de negócios.
Planejamento urbano ganha força
Os primeiros 100 dias da administração Renato Junior também são marcados por uma visão estratégica para o futuro de Manaus.
O Implurb conduz projetos estruturantes que vão transformar a paisagem urbana, fortalecer o turismo e ampliar as oportunidades de desenvolvimento econômico.
Entre as iniciativas estão o “Parque Encontro das Águas Rosa Almeida”, o “Aquário de Manaus” e o projeto das ruas gastronômicas do Centro Histórico, investimentos que valorizam o patrimônio da cidade, estimulam o empreendedorismo e ampliam os espaços de convivência da população.
Fiesp insiste em agredir a ZFM

A nova investida judicial da Fiesp representa mais um capítulo da histórica tentativa de enfraquecer a Zona Franca de Manaus e desconsiderar as garantias constitucionais asseguradas ao modelo econômico amazônico.
Os incentivos da Zona Franca não são privilégios. São instrumentos previstos pela Constituição Federal para promover o desenvolvimento regional, proteger a floresta e reduzir desigualdades históricas entre as regiões brasileiras.
Além disso, a recente reforma tributária aprovada pelo Congresso Nacional preservou expressamente essas vantagens competitivas.
Ao tentar impedir a aplicação dos créditos previstos na Lei Complementar nº 214/2025, a Fiesp volta a colocar interesses localizados acima do pacto federativo e da decisão soberana do Congresso Nacional.
Combate absurdo na Justiça

A alegação da Fiesp de que empresas poderão migrar para Manaus evidencia, na prática, o reconhecimento da força e da competitividade da Zona Franca.
Em vez de buscar mais competitividade para a indústria paulista por meio de inovação e eficiência, a entidade tenta recorrer ao Judiciário para restringir um modelo econômico protegido pela Constituição e reafirmado na reforma tributária.
A própria decisão da Justiça Federal já apontou que a ação apresentada buscava questionar uma lei aprovada pelo Congresso Nacional por meio de instrumento inadequado. Ainda assim, a Federação insiste na tentativa de impedir a aplicação de benefícios legalmente previstos.
A Zona Franca de Manaus não representa uma ameaça ao Brasil. Ao contrário, é um patrimônio nacional que gera empregos, preserva a Amazônia, promove desenvolvimento regional e fortalece a integração econômica do país.
Tadeu sumiu. E quase ninguém sentiu falta

Na política, há ausências que fazem barulho. Outras produzem um silêncio tão eloquente que acabam dizendo muito mais do que qualquer discurso.
O lançamento da pré-candidatura de Roberto Cidade ao Governo do Amazonas revelou um detalhe impossível de ignorar: justamente quem ajudou a construir o caminho até o Palácio Rio Negro ficou fora da fotografia.
O ex-vice-governador Tadeu de Souza, personagem central na engenharia política que viabilizou a ascensão de Cidade ao governo, simplesmente desapareceu do palco.
Um roteiro estranho
Muito curioso o roteiro do sumiço de Tadeu. Nenhuma referência nos discursos. Nenhuma homenagem. Nenhuma lembrança. Nenhuma explicação. E, segundo os relatos dos bastidores, quase ninguém percebeu sua ausência.
É uma ironia da política: quem renunciou ao cargo “pelo grupo”, abriu espaço para a eleição indireta e participou da maior reviravolta política recente do Amazonas acabou tratado como se nunca tivesse participado da história.
Ficou a velha lição da política. Há quem seja indispensável até cumprir sua missão. Depois disso, nem sempre sobra lugar na foto — e, em alguns casos, nem na memória.










