
Nova pesquisa do Direto ao Ponto para deputado estadual mostrou um retrato da preferência popular pelos 24 nomes que seriam contemplados para a Assembleia Legislativa se as eleições fossem hoje.
Os preferidos seriam Cristiano D’Angelo, Thiago Abrahim, Carlinhos Bessa, Frederico Júnior, João Luiz, Ednailson Rozenha, David Bermerguy, Luana Ferraz, Mário César Filho, Wilker Barreto, Adjuto Afonso, Daniel Almeida, Felipe Souza, Alessandra Campelo, Capitão Carpê, David Reis, Dr. George Lins, Cabo Maciel, Delegado Péricles, Mayra Dias, Sinésio Campos, Brena Dianná, Tony Medeiros e Dr. Sandoval.
A pesquisa, que ouviu 1.200 eleitores em Manaus e em mais 15 municípios do Estado, mostrou um grande número de eleitores indecisos. Nada menos que 82% dos entrevistados disseram não saber em quem votar ou preferiram não responder.
Disputa aberta para a Câmara Federal

A disputa pelas oito vagas do Amazonas na Câmara dos Deputados segue completamente indefinida para as eleições de 2026.
Segundo o instituto Direto ao Ponto Pesquisas, os oito candidatos que lideram as intenções de voto são: Sargento Salazar, Adail Filho, Átila Lins, Sidney Leite, Silas Câmara, Amom Mandel, Dra. Aryel Almeida e Fausto Jr.
Um drama que virou folclore

Durante alguns dias, parecia que o Brasil acompanhava uma nova temporada de novela familiar: Michelle de um lado, Flávio do outro, mágoas, vídeos, indiretas e direito até a pedido público de desculpas.
Mas, quando o público esperava os próximos capítulos, veio o balde de água fria. Michelle declarou que não tem raiva de ninguém, pediu paz e praticamente encerrou o roteiro.
A crise que prometia ser um terremoto político acabou virando uma reunião de condomínio. Muito barulho, algumas mensagens atravessadas e, no final, todo mundo pedindo harmonia no grupo da família.
O folclore venceu o drama.
A nobre guerra do lixo em Parintins

Em Parintins, nem o lixo escapa da rivalidade entre Caprichoso e Garantido.
Enquanto um boi tenta encantar os jurados e o outro conquistar o título, as torcidas também disputam quem recicla mais latinhas, garrafas e embalagens. É provavelmente a única guerra em que recolher lixo rende prestígio, troféu e aplausos.
Num país onde muita gente ainda trata sustentabilidade como assunto secundário, os bois transformaram a reciclagem em competição. E quando o assunto é disputa bovina, ninguém gosta de perder, o que é bom para o meio ambiente.
Quando todos ganham

O mais interessante do “Recicla Galera” é que, independentemente do campeão, a vitória já está garantida.
O meio ambiente ganha com a destinação correta dos resíduos. Os catadores ganham renda. A cidade ganha limpeza. E os bois ganham mais uma arena para medir forças.
No Festival de Parintins, até a economia circular entrou na brincadeira. Afinal, se Caprichoso e Garantido bowls conseguem transformar lixo em motivo de orgulho, talvez estejam ensinando uma lição que vai muito além do Bumbódromo.
Condenação mantida
O TRE-AM manteve a condenação do vereador de Ipixuna Albecy Pereira Martins, acusado de violência política de gênero contra a vereadora Rosiane Maria Silvério de Araújo.
A decisão tem um significado que vai além do caso específico: reforça que mandato não é salvo-conduto para humilhação, ofensa ou constrangimento. Muito menos quando o ataque busca diminuir uma mulher no exercício da atividade política.
UFC de muro baixo na CMM

A Câmara Municipal de Manaus voltou a provar que, às vezes, a diferença entre um parlamento e um reality show é apenas o horário de transmissão.
A troca de acusações entre Coronel Rosses e Jander Lobato, na quarta-feira (24), elevou tanto a temperatura que a sessão precisou ser encerrada. Faltou pouco para o presidente da mesa, pelo vereador Professor Samuel, anunciar os vencedores por decisão unânime dos jurados.
Enquanto a cidade espera debates sobre transporte, saúde e infraestrutura, parte dos vereadores parece empenhada em aperfeiçoar outra modalidade: o UFC de muro baixo.
Terapia, medicação e nobel da paciência
A sessão da CMM teve de tudo: acusações, provocações, familiares citados, ameaças de contra-ataque político e até prescrição pública de terapia e medicação.
O problema é que a plateia não estava assistindo a um programa de humor. Era uma sessão legislativa.
No ritmo em que as coisas caminham, qualquer dia a Câmara Municipal precisará trocar o Regimento Interno por regras de arbitragem esportiva. Porque o debate político já saiu do plenário faz tempo e está cada vez mais perto do ringue.










