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Os 12 anos do CDA do Grupo Engenho revelam o verdadeiro motor do setor

Foto: Divulgação 

Por trás de cada prato servido nos melhores restaurantes ou dos produtos selecionados nas prateleiras de Manaus, existe uma engrenagem invisível que não para. O Centro de Desenvolvimento, Distribuição e Administração (CDA) do Grupo Engenho completou 12 anos de operação nesta terça-feira (17), consolidando-se como o pilar que sustenta o abastecimento de itens premium e a logística do setor gastronômico na capital amazonense.

A criação do CDA foi um divisor de águas para o Grupo Engenho. O que começou como um suporte operacional transformou-se no centro estratégico do negócio. Segundo o sócio-diretor Sidnei Dutra, a estrutura foi desenhada para profissionalizar a gestão e permitir que a empresa suportasse os crescimentos e as crises cíclicas do mercado.

“O CDA nasceu do sonho de fazer melhor, de profissionalizar. Em determinado momento, a gente entendeu que não bastava saber cozinhar, atender ou vender. Era preciso dar um passo além, criar uma estrutura forte e organizada”, afirmou Sidnei.

Estrutura e capacidade

Manter o fluxo de mercadorias em uma região com desafios logísticos geográficos exige robustez. O CDA opera hoje com números que impressionam e garantem a segurança alimentar de diversos estabelecimentos parceiros.

Confira os detalhes da operação:

  • Espaço físico: Quase 2 mil metros quadrados de área operacional.
  • Armazenagem seca: Capacidade para mais de 200 toneladas de produtos.
  • Itens resfriados: Suporte para cerca de 75 toneladas de mercadorias que exigem controle de temperatura.
  • Logística própria: Frota de veículos refrigerados que garante a qualidade do produto até a entrega final.

Desafio amazônico

A logística no Amazonas é testada diariamente por fenômenos naturais e infraestrutura. O planejamento antecipado é a ferramenta usada pelo grupo para superar períodos de seca severa ou dificuldades de acesso que isolam a capital do restante do país. Sidnei explica que aprender com os erros do passado é o que permite ao CDA “pensar lá na frente” e manter o mercado abastecido sem interrupções.

Evolução constante

Mesmo com mais de uma década de sucesso, o sentimento dentro do grupo não é de acomodação. O sócio-fundador Rogério Perdiz reforça que a cultura da empresa é olhar para o futuro com uma vontade incessante de aprimorar processos, pessoas e produtos.

“Para mim, sempre há muito mais a realizar do que já foi feito. A gente reconhece o que construiu, mas entende que há muita coisa para melhorar. É um movimento constante”, destacou Rogério Perdiz, durante a celebração que reuniu diretores, colaboradores e fornecedores para um café comemorativo.

Elo do mercado

O impacto do CDA ultrapassa os limites do Grupo Engenho. A estrutura funciona como uma ponte vital entre fornecedores internacionais e o comércio varejista de Manaus. Ao centralizar a importação de vinhos, azeites e bacalhau vindos da Europa, além de produzir itens exclusivos como a “Jambucana”, o centro diversifica as opções gastronômicas da cidade.

O objetivo final é fortalecer o ecossistema local. Quando a logística funciona e o insumo chega com qualidade à mesa do consumidor, todo o setor de bares e restaurantes ganha fôlego para crescer. O CDA do Grupo Engenho prova que, na gastronomia, o sucesso começa muito antes de o fogo ser aceso, ele nasce no planejamento e na eficiência de quem entende os caminhos da Amazônia.

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