
O “Projeto Social Fazendo a Diferença”, que atende alunos em situação de vulnerabilidade com reforço escolar gratuito no bairro Colônia Antônio Aleixo, Zona Leste de Manaus, está com as atividades paradas.
A suspensão ocorre por falta de apoio financeiro e de recursos básicos. O segundo vice-presidente do União Brasil Amazonas, Marcellus Campêlo, chamou a atenção para o caso ao visitar o espaço nesta sexta-feira, 29 de maio, após um convite dos coordenadores da iniciativa.
“Estou muito feliz em conhecer esse projeto, mas triste pela situação em que se encontra, dependendo de recursos para voltar a funcionar. É um projeto importante, que merece apoio público e da iniciativa privada, porque leva educação para as crianças. A educação é a base para um futuro melhor para a nossa sociedade”, destacou Marcellus Campêlo.
O político já atuou no bairro anos atrás como voluntário em ações sociais de apoio às famílias carentes.
Marcellus Campêlo foi secretário de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (SEDURB) e da Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE). Ele se desincompatibilizou desses órgãos em março deste ano para colocar o nome à disposição da Federação União Progressista como pré-candidato a deputado estadual.
Impacto na comunidade
Um dos coordenadores do “Projeto Social Fazendo a Diferença”, Francisco Costa, explicou o alcance que a iniciativa tinha na comunidade local antes da paralisação.
- Público atendido: Cerca de 100 crianças moradoras do bairro recebiam o apoio pedagógico.
- Critério de seleção: Os gestores das escolas municipal e estadual da região identificavam e informavam quais alunos apresentavam maior necessidade de reforço escolar.
- Atendimento direcionado: A equipe acolhia essas crianças e trabalhava especificamente nas principais dificuldades de aprendizado de cada uma.
Trabalho voluntário interrompido
A estrutura humana para manter as aulas ativas já existe, porém a falta de verba para manter o espaço físico impede a continuidade dos trabalhos na zona leste.
“Nós temos dois professores e uma pedagoga, todos voluntários, que fazem parte do projeto. Mas, no momento, infelizmente, as atividades estão suspensas por falta de recursos. Nós queremos retomar o projeto e continuar dando apoio na educação das nossas crianças, porque aqui são famílias muito carentes que precisam de ajuda”, afirmou Francisco Costa.
ASCOM: Náis Campos










