Trocando em Miúdos CAS turbina investimentos e ZFM chega a R$ 4,69 bilhões em 2026

CAS turbina investimentos e ZFM chega a R$ 4,69 bilhões em 2026

Na sexta-feira (14/8), a Zona Franca de Manaus chegará à terceira reunião do Conselho de Administração da Suframa (CAS), em 2026, com um dado que chama atenção: a carteira de projetos alcança cerca de R$ 4,69 bilhões em investimentos previstos, crescimento de aproximadamente 65% em relação ao volume registrado nas três primeiras reuniões de 2025.

A nova pauta acrescenta 25 projetos, com R$ 335,3 milhões em investimentos, faturamento projetado de R$ 2,39 bilhões e potencial para 859 empregos.

No acumulado do ano, são 148 projetos e 4.865 empregos projetados.

Novas fábricas reforçam diversificação

A nova rodada do CAS também chama atenção pela qualidade dos investimentos. Dos 25 projetos em pauta, oito são de implantação de novos empreendimentos, somando R$ 202,22 milhões em investimentos e potencial para 560 empregos.

Entre os destaques estão projetos nas áreas de energia, tecnologia, climatização e logística. A Sunhope, por exemplo, prevê R$ 107,56 milhões para produzir registradores e medidores de energia elétrica, com 224 empregos.

Outros 17 projetos são de diversificação da produção, com R$ 133 milhões em aportes e 299 postos de trabalho projetados.

ZFM supera investimento previsto

O desempenho do CAS em 2026 ganhou uma dimensão ainda maior quando comparado ao ano passado.

Nas três primeiras reuniões de 2025, foram 117 projetos e aproximadamente R$ 2,84 bilhões em investimentos previstos. Em 2026, no mesmo número de reuniões, são 148 projetos e cerca de R$ 4,69 bilhões.

Outro dado importante: o valor projetado para 2026 já supera o total das quatro reuniões ordinárias do CAS realizadas em 2025, que somaram cerca de R$ 4,04 bilhões.

Marco Choy chega ao TJAM

O advogado Marco Aurélio de Lima Choy, de 46 anos, foi escolhido pelo governador Roberto Cidade para ocupar a vaga de desembargador do Tribunal de Justiça do Amazonas destinada à advocacia pelo Quinto Constitucional.

A escolha veio após uma disputa que agitou a advocacia e o Judiciário amazonense. Na votação do Tribunal Pleno, realizada na terça-feira (11/8), Grace Benayon recebeu 21 votos, Choy teve 20 e Carlos Alberto Ramos Filho, 18, formando a lista tríplice encaminhada ao governador.

Ex-presidente da OAB-AM, Choy tem trajetória consolidada na advocacia e também atuação no Conselho Federal da Ordem.

Giselle Falcone e a OAB

A advogada Giselle Falcone pode transformar o revés no processo do Quinto Constitucional em um novo movimento político dentro da advocacia amazonense.

Depois de liderar a consulta direta da OAB-AM para a formação da lista sêxtupla, com 2.214 votos, Giselle ficou fora da lista tríplice definida pelo Tribunal de Justiça. A OAB-AM confirma que ela foi a candidata mais votada pela advocacia no primeiro estágio da disputa.

Agora, segundo articulações relatadas no meio jurídico, seu nome começa a ser lembrado para uma eventual disputa pela presidência da OAB-AM.

Autonomia para pais na vacinação

Vereador Gilmar Nascimento – Foto::Cleuton Silva/Dicom

O vereador Gilmar Nascimento (Avante) apresentou na Câmara Municipal de Manaus projeto que pretende assegurar aos pais e responsáveis autonomia para decidir sobre a vacinação dos filhos contra a Covid-19.

Segundo o projeto, a escolha não poderia resultar em discriminação ou punição por parte do município. A proposta também prevê que escolas municipais e órgãos públicos não possam exigir o comprovante dessa vacinação como condição para matrícula, permanência ou acesso a serviços.

O projeto inclui ainda servidores municipais e prevê a utilização de termo de consentimento antes da aplicação da vacina contra a Covid-19 em crianças, adolescentes e servidores.

A proposta, portanto, abre uma discussão sobre autonomia familiar, consentimento informado e políticas públicas de vacinação, tema que deverá provocar debate na Câmara Municipal durante a tramitação da matéria.

Plenário em efervescência

O projeto de Gilmar Nascimento coloca novamente a vacinação contra a Covid-19 no centro do debate político municipal.

A proposta estabelece regras específicas para o imunizante e busca impedir que a recusa à vacinação gere restrições relacionadas à matrícula escolar, ao acesso a serviços públicos ou à vida funcional de servidores municipais.

Na justificativa, o vereador sustenta que a iniciativa está baseada nos princípios de autonomia, consentimento informado e poder familiar, deixando claro que o texto trata especificamente da vacinação contra a Covid-19 e não pretende alterar as demais políticas de imunização.

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