
O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM), Antonio Silva, e a diretoria do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial no Amazonas (SENAI) receberam nesta segunda-feira (8/6) a visita dos integrantes do conselho nacional da instituição. O encontro reuniu representantes de centrais sindicais e do departamento nacional com o objetivo de conhecer de perto as ações locais e a contribuição para o desenvolvimento do Polo Industrial de Manaus (PIM).
Durante a recepção, as lideranças empresariais ressaltaram a relevância estratégica do modelo Zona Franca de Manaus (ZFM) para a sustentabilidade da floresta e para a manutenção de milhares de postos de trabalho. A comitiva nacional cumpre uma extensa agenda técnica no estado para acompanhar os investimentos aplicados na formação de mão de obra e na modernização das fábricas amazonenses.
Resultados estratégicos
Os diretores apresentaram um panorama completo sobre os resultados e as estratégias da regional em solo amazonense. Atualmente, a instituição contabiliza a marca expressiva de quase 38 mil matrículas anuais em cursos de educação profissional. As atividades estão fortemente concentradas no atendimento às demandas tecnológicas das indústrias instaladas na capital.
Projetos inovadores
A comitiva nacional concentrou as atenções nos programas desenvolvidos pelo Instituto SENAI de Inovação em Microeletrônica (ISI) e nas frentes de trabalho voltadas para o ganho de competitividade do setor privado. O diretor regional do órgão, Rogério Pereira, destacou os eixos de atuação que fortalecem a estrutura local.
- Educação profissional com a capacitação técnica de milhares de jovens da capital e das áreas vizinhas
- Consultorias tecnológicas focadas na produtividade e na eficiência dos processos fabris
- Unidades descentralizadas que estendem os atendimentos especializados para os municípios do interior do estado
Ensino flutuante
O atendimento diferenciado nas comunidades ribeirinhas chamou a atenção dos conselheiros nacionais durante a apresentação dos dados. As atividades de formação e qualificação profissional alcançam as áreas de difícil acesso geográfico na Amazônia através do trabalho pedagógico e social realizado pelos barcos-escola Samaúma I e Samaúma II.
Desafios amazônicos
O debate entre os técnicos também abordou os entraves logísticos históricos que afetam o escoamento de insumos e produtos na região. Os participantes reforçaram a urgência de políticas públicas focadas em infraestrutura que assegurem o desenvolvimento econômico de forma integrada à preservação ambiental.
A comitiva é composta pelos conselheiros da Força Sindical (FS), Osvaldo Mafra e José Fernandes, e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Paulo Chitolina e José Roberto Silva. Também integram o grupo os representantes da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Nelson Luiz Bonardi, da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Pedro Sousa, e a enviada do departamento nacional, Juliana Andrade Féo. Os trabalhos em Manaus foram acompanhados pelo diretor técnico local, Rafael Lobo, pelo gestor do ISI, Élvio Dutra, e pelo conselheiro Carlos Lacerda.
ASCOM










