
O Banco da Amazônia encerrou o ano de 2025 com um lucro líquido de R$ 1,1 bilhão, mantendo um desempenho sólido mesmo em um ambiente macroeconômico mais desafiador. A carteira de crédito alcançou a marca de R$ 66,8 bilhões, o que representa um crescimento de 20,4% em relação a 2024, impulsionada pela expansão das contratações e pela consolidação da estratégia comercial. Somente no quarto trimestre de 2025 (4T25), o banco registrou lucro líquido de R$ 305,5 milhões, com avanço de 11,7% sobre o mesmo período do ano anterior.
Desempenho financeiro
O resultado reflete o avanço consistente das receitas, que cresceram 22,3% no período, com destaque para a intermediação financeira. A Margem Financeira Bruta avançou 17,6% em relação a 2024, puxada principalmente pelo crescimento das rendas de crédito (+31%) e pelo desempenho da tesouraria (+39%). O desempenho foi alcançado em um ambiente de maior pressão sobre custos e risco, exigindo adaptação dos processos e maior disciplina na gestão.
Modernização da marca
Ao longo do ano, a instituição se aprofundou na transformação de produtos e serviços por meio da digitalização e do rebranding da marca. Também avançou no fortalecimento do relacionamento com clientes, lançando novas frentes como adquirência, cartão de crédito e consórcio.
“O ano de 2025 foi marcado por desafios importantes, mas também por avanços consistentes. Crescemos com responsabilidade, ampliamos o crédito e avançamos na diversificação do nosso modelo de negócios, sempre com foco no desenvolvimento sustentável da Amazônia”, afirma Luiz Lessa, presidente do Banco da Amazônia.
Apoio ao produtor
A base superou 1,2 milhão de clientes ativos, com destaque para o segmento pessoa jurídica, que cresceu 15,6%. No campo ASG, o banco manteve o protagonismo no desenvolvimento sustentável:
- O PRONAF registrou crescimento de cerca de 100% em 2025, alcançando R$ 2,7 bilhões em contratações.
- O microcrédito produtivo avançou 142%, ampliando o apoio a pequenos empreendedores.
- O FNO, principal instrumento de funding, apresentou expansão de 31% nas contratações e recordes históricos.
Agenda climática
Em 2025, o banco ampliou sua atuação na agenda climática, com destaque para a participação na COP30 em Belém. A instituição avançou em parcerias internacionais para financiamento sustentável, captando recursos junto à Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e ao Banco Mundial. Esse movimento reforça a capacidade de funding para a transição energética e o desenvolvimento regional. Como parte da modernização, foi inaugurado em Belém o primeiro Centro Cultural Banco da Amazônia.
Evolução digital
O Programa Transformação vem modernizando processos e fortalecendo a atuação comercial. Com o crescimento da base de clientes, as transações digitais avançaram de forma relevante, consolidando os canais digitais como principal meio de relacionamento.
“Seguimos avançando na construção de um banco mais moderno, eficiente e próximo dos nossos clientes. Nosso compromisso é ampliar o acesso ao crédito com responsabilidade e fortalecer a economia da Amazônia de forma duradoura”, acrescenta Luiz Lessa.
O Banco da Amazônia é a principal instituição financeira de fomento da Região Norte, operando com 124 agências e mais de 2.800 colaboradores.
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