
O Banco do Brasil (BB) e a Cielo anunciaram uma parceria para a nova edição do “Impulsiona Cielo Amazônia”. O programa é voltado especificamente para o fortalecimento de negócios liderados por mulheres empreendedoras negras ou indígenas que atuam no estado do Pará. A iniciativa busca impulsionar o desenvolvimento dessas empresas por meio de capacitações técnicas, mentorias e apoio financeiro direto, contribuindo para a ampliação da autonomia econômica das participantes e para o avanço do desenvolvimento sustentável na região.
Frentes de atuação
Para garantir um aprendizado completo, o programa foi estruturado em três frentes fundamentais de desenvolvimento. A primeira foca na mentalidade, trabalhando a evolução das participantes como líderes e gestoras de seus próprios caminhos.
A segunda vertente aborda a inclusão financeira, ampliando o acesso a ferramentas práticas, linhas de crédito e conhecimentos avançados de administração. Por fim, a terceira frente foca na geração de renda, trazendo estratégias para fortalecer a estrutura comercial das empresas e garantir a sustentabilidade do negócio no mercado atual.
Inscrições e prazos
As empreendedoras interessadas em participar do processo seletivo precisam ficar atentas ao calendário da organização. As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas de forma digital até o dia 15 de julho por meio do site oficial do projeto “Impulsiona Cielo Amazônia“.
A ação dá continuidade às diretrizes estratégicas discutidas e implantadas na região Norte do país, mantendo o alinhamento com a atuação que o banco estatal apresentou durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), realizada em Belém no ano de 2025.
“O Impulsiona Cielo Amazônia está alinhado ao compromisso do Banco do Brasil de promover o desenvolvimento sustentável com inclusão social e geração de oportunidades. Ao apoiar mulheres negras e indígenas empreendedoras, contribuímos para fortalecer negócios que geram renda, valorizam os saberes locais e impulsionam uma economia mais diversa, resiliente e sustentável na região amazônica. Acreditamos que ampliar o acesso ao conhecimento, às oportunidades de mercado e à inclusão financeira é fundamental para transformar potencial em prosperidade e promover o desenvolvimento dos territórios”, afirmou José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Governo e Sustentabilidade do BB.
Etapas do programa
A jornada de aprendizado foi desenhada de forma progressiva, filtrando as participantes ao longo das atividades para garantir um suporte cada vez mais específico e aprofundado.
- Fase inicial: início das atividades com 500 empreendedoras em formato de aulas gravadas ao longo de um mês.
- Fase intermediária: evolução do grupo para aulas ao vivo pela internet e início de mentorias coletivas presenciais ou digitais.
- Fase final: seleção de 20 empreendedoras que vão receber mentorias individuais personalizadas durante dois meses.
- Capital semente: entrega de um aporte financeiro de R$ 15 mil para cada uma das 20 finalistas investirem na infraestrutura da empresa.
- Bolsas de estudo: distribuição inédita de 1.000 bolsas de inglês, sendo 500 para as inscritas e 500 para os seus dependentes diretos.
Impacto na economia
Ao longo do treinamento, as participantes têm a oportunidade de desenvolver competências essenciais para a sobrevivência no mercado. O conteúdo programático inclui lições práticas de gestão financeira, metodologias corretas de precificação de produtos, controle de fluxo de caixa, processos de formalização jurídica e a utilização de novas tecnologias de pagamento eletrônico no cotidiano das vendas.
“Com o Impulsiona Cielo Amazônia, a Cielo já atua no fortalecimento do empreendedorismo feminino na região, com foco na geração de renda e na autonomia. A parceria com o Banco do Brasil nos permite ampliar esse impacto de forma consistente, integrando capacitação, inclusão financeira e acesso a mercado em uma jornada estruturada e adaptada às realidades locais, gerando impacto positivo e sustentável, promovendo diversidade, equidade e o desenvolvimento das economias locais a partir do protagonismo feminino”, destacou Angélica Campos, vice-presidente de Gente, Gestão e Performance da Cielo.
O formato adota a valorização dos saberes tradicionais e o respeito às cadeias produtivas amazônicas como ativos econômicos reais, capazes de gerar transformações profundas nas comunidades locais sem agredir o ecossistema regional.
Assessoria de Imprensa Banco do Brasil










