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Projeto de Lei de Thiago Abrahim amplia diretrizes para triagem neonatal no Amazonas

Deputado estadual Thiago Abrahim - Foto: Natália Sá

O deputado estadual Thiago Abrahim (MDB) apresentou na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALEAM) o Projeto de Lei nº 160/2026. A proposta estabelece diretrizes fundamentais para a ampliação progressiva da triagem neonatal em todo o território amazonense. O foco central da iniciativa é fortalecer a identificação antecipada de doenças raras, metabólicas, genéticas e infecciosas logo nos primeiros dias de vida dos bebês.

A proposta legislativa prevê uma série de medidas para modernizar o sistema de saúde voltado aos recém-nascidos. Entre as principais frentes de atuação do projeto estão o fortalecimento da rede de coleta de exames e a melhoria do diagnóstico e acompanhamento terapêutico. Além disso, o texto destaca a importância de promover ações educativas contínuas para gestantes e famílias sobre a relevância da triagem.

Um ponto crucial do Projeto de Lei nº 160/2026 é a atenção especial dada às regiões de difícil acesso no estado. O objetivo é garantir que a distância geográfica não seja um impedimento para que as crianças recebam assistência adequada, buscando maior equidade no atendimento à saúde infantil.

Tratamento e prevenção

De acordo com o parlamentar, a iniciativa é um passo importante para consolidar políticas públicas voltadas à primeira infância. A ampliação dos exames disponíveis permite que tratamentos sejam iniciados com rapidez, aumentando consideravelmente as chances de recuperação ou controle de patologias.

“O diagnóstico precoce pode salvar vidas e evitar complicações graves no desenvolvimento das crianças. Nosso objetivo é fortalecer a triagem neonatal no Amazonas e garantir que mais recém-nascidos tenham acesso rápido aos exames e ao acompanhamento necessário”, afirmou Thiago Abrahim.

Desafios da geografia

O deputado também reforçou que o Amazonas possui características únicas que impactam diretamente a logística da saúde pública. A realidade de municípios distantes e comunidades isoladas exige que as leis sejam moldadas conforme as necessidades locais.

  • Peculiaridades geográficas: exigem políticas adaptadas para que os serviços cheguem a todos os amazonenses.
  • Redução de desigualdades: no atendimento neonatal é uma prioridade para beneficiar as regiões mais afastadas.
  • Acesso ampliado: aos serviços de saúde básica em comunidades de difícil deslocamento.

“As peculiaridades geográficas do nosso estado exigem políticas públicas adaptadas à realidade da população amazonense. Precisamos ampliar o acesso aos serviços de saúde neonatal e reduzir desigualdades no atendimento, principalmente nas regiões mais afastadas”, concluiu o deputado.

ASCOM: Luana Dávila (MTB/884)

 

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