
A BYD encerrou o mês de maio com um desempenho histórico no Norte do Brasil. O modelo Dolphin Mini se firmou como o veículo mais vendido no varejo da região pelo segundo mês consecutivo, registrando 593 unidades comercializadas e uma participação de mercado de 6,9%, além de liderar as vendas diretas no Amazonas.
A marca também conquistou a liderança em cinco das principais cidades nortistas, consolidando a região como uma nova fronteira da eletrificação automotiva no país.
Expansão nas capitais
Os resultados expressivos demonstram que a estratégia de oferecer veículos eletrificados acessíveis foi decisiva para conquistar mercados onde o custo de vida e as grandes distâncias tornam a eficiência energética um diferencial muito valorizado.
- Palmas: a capital do Tocantins alcançou um marco inédito com a marca liderando o mercado total de emplacamentos pela primeira vez, somando 110 unidades vendidas e 15,1% de participação.
- Porto Velho: a liderança no varejo da capital de Rondônia completou cinco meses consecutivos, registrando 108 carros vendidos e 18,7% de participação de mercado em maio.
- Macapá: a capital do Amapá registrou a primeira liderança da marca no varejo local com 74 unidades comercializadas e uma fatia de 16,3% nas vendas.
- Rio Branco: a capital do Acre também garantiu o primeiro lugar inédito no mercado total da cidade, alcançando 110 emplacamentos e 15,1% de participação.
Destaque no interior
A força da montadora avançou para além das capitais e fincou raízes em polos estratégicos do interior da Amazônia. Em Santarém, no oeste do Pará, a BYD conquistou o primeiro lugar no mercado geral com 46 unidades comercializadas em maio, atingindo expressivos 26% de participação de mercado. A soma desses resultados mostra uma forte transformação automotiva em áreas que antes eram consideradas desafiadoras para a logística de veículos elétricos e híbridos.
Crescimento no cenário nacional
Os números computados na região Norte acompanham a trajetória de ascensão da marca em todo o território nacional. Em maio, a montadora ultrapassou a Hyundai e assumiu a quarta colocação no ranking geral de vendas do Brasil, somando mais de 21 mil emplacamentos e 8,5% de participação de mercado. No segmento de varejo, focado nas vendas diretas ao consumidor, a fabricante liderou o mercado pelo segundo mês seguido no país.
Quebra de paradigmas tradicionais
O avanço rápido com modelos totalmente elétricos e híbridos plug-in surpreendeu o setor automotivo brasileiro, que projetava uma transição mais lenta para essa tecnologia. A combinação de uma rede de concessionárias em expansão com um portfólio adequado ao bolso do consumidor acelerou a aceitação dos veículos.
“O brasileiro, infelizmente, se acostumou a pagar caro para receber o mínimo. A BYD veio para mudar esse jogo, entregando inovação, tecnologia e conforto mesmo em seus modelos de entrada de cada segmento. O consumidor percebeu e está alicerçando o nosso crescimento e nos deixando cada vez mais perto de alcançar a nossa meta de chegar à liderança geral do mercado nacional brasileiro até 2030”, afirma o vice-presidente sênior da BYD do Brasil, Alexandre Baldy.
A aceitação do público reforça a mudança de comportamento do motorista em relação aos novos motores. O diretor comercial da BYD do Brasil, Fábio Lage, analisa que o mercado tradicional errou nas previsões de ritmo da eletrificação, pois modelos como o Dolphin Mini, a família Song e o King provaram que sofisticação e preços competitivos podem andar juntos.
SOBRE A BYD
A BYD é líder global na produção de veículos elétricos e híbridos plug-in. Com mais de 10 anos de atuação no Brasil, mantém fábricas de módulos fotovoltaicos e chassis de ônibus elétricos em Campinas (SP), baterias em Manaus (AM) e veículos de passeio eletrificados em Camaçari (BA). A empresa também atua em sistemas de armazenamento de energia e em soluções de transporte sobre trilhos, sendo responsável pelo desenvolvimento do monotrilho da Linha 17–Ouro do Metrô, em São Paulo. Em 2025, a BYD ultrapassou a marca de 207 mil veículos em circulação no país, consolidando seu papel como protagonista da transição energética e avançando em sua missão global de contribuir para a redução de 1°C na temperatura do planeta.
ASCOM: Jéssica Alves | FSB/BYD










