Caapiranga Ação da Defensoria em Caapiranga pode destravar serviços essenciais para moradores isolados

Ação da Defensoria em Caapiranga pode destravar serviços essenciais para moradores isolados

Mutirão vai acontecer na Câmara Municipal, localizada na rua Antônio Macena, nº 88, bairro Santa Luzia - Foto: Divulgação/DPE-AM

A Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) realizará um mutirão de atendimentos jurídicos no município de Caapiranga (a 134 quilômetros de Manaus), com o objetivo de facilitar o acesso da população a direitos básicos. A ação ocorrerá entre os dias 15 e 19 de dezembro, na Câmara Municipal.

A atividade contará com o apoio do projeto “Defensoria Itinerante”, que reforça a oferta de serviços jurídicos gratuitos a comunidades da capital e do interior do estado.

Datas, horários e local

O mutirão será realizado na Câmara Municipal, localizada na rua Antônio Macena, nº 88, bairro Santa Luzia.

Os horários de atendimento, que será por ordem de chegada, são os seguintes:

  • Segunda-feira (15/12): Das 14h às 16h.
  • De terça a sexta-feira (16/12 a 19/12): Das 8h às 17h.

Os moradores poderão buscar diversas orientações e soluções para questões como pensão alimentícia, guarda, divórcio, regularização documental, emissão de segunda via de certidões de nascimento e óbito, entre outros serviços.

Acesso à justiça no interior

A defensora pública Jéssica Matos, que coordena a ação, destaca que iniciativas presenciais como esta desempenham um papel estratégico para alcançar moradores que enfrentam restrições de deslocamento e custos elevados.

“O mutirão cria um ambiente em que as pessoas conseguem resolver pendências sem precisar sair do município, e isso gera efeitos reais na vida de quem depende do serviço público para regularizar documentos, ajustar questões familiares ou buscar proteção jurídica”, afirmou Jéssica Matos.

De acordo com a coordenadora, a proposta é que a mobilização responda às necessidades mais urgentes da comunidade, oferecendo soluções rápidas para demandas que, muitas vezes, permanecem represadas por falta de acesso à capital.

Por Aline Ferreira/DPE-AM

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