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Grupo Atem mostra na TranspoAmazônia como o abastecimento de energia move a economia do Norte

Foto: Divulgação

Fazer logística na Amazônia exige enfrentar desafios únicos, onde os rios atuam como as principais estradas e as distâncias geográficas demandam soluções complexas. Diante desse cenário, garantir o abastecimento de combustíveis é tão vital para o desenvolvimento econômico quanto o próprio transporte de mercadorias.

Foi com esse foco que o Grupo Atem participou da feira TranspoAmazônia 2026, realizada em Manaus, apresentando sua estrutura integrada que une refino, distribuição e transporte fluvial e rodoviário.

Ao longo de três décadas de atuação, a empresa estruturou um modelo logístico preparado para lidar com as peculiaridades sazonais da região, como as grandes cheias e as severas secas dos rios.

“Fazer logística na Amazônia exige um olhar especial à região. Aqui, as distâncias são medidas não apenas em quilômetros, mas em tempo de navegação, períodos de cheias e secas dos rios e capacidade de adaptação”, avalia o vice-presidente de logística e refino do Grupo Atem, Fagner Jacques.

Estrutura

Para manter indústrias, embarcações, frotas de caminhões e usinas termelétricas em atividade por todo o ecossistema amazônico, a companhia opera por meio de divisões integradas que cobrem diferentes modais e necessidades do mercado.

  • Refinaria da Amazônia (REAM) fica localizada em Manaus e responde pela produção de derivados essenciais, incluindo óleo diesel, gasolina, gás liquefeito de petróleo (GLP), asfalto, nafta e querosene de aviação.
  • Atem Distribuidora possui uma ampla rede de atendimento que engloba 16 bases operacionais e seis Terminais de Uso Privado (TUP).
  • Navemazônia executa o transporte fluvial de combustíveis por rotas estratégicas de toda a Bacia Amazônica.
  • Rodoamazônia gerencia a malha de transporte terrestre para garantir a entrega interna nos municípios conectáveis por estradas.
  • DMN atua na construção e na manutenção de embarcações, assegurando a alta disponibilidade e a segurança da frota fluvial.

A discussão sobre o futuro da infraestrutura regional avançou significativamente durante o evento, colocando em pauta temas urgentes como a multimodalidade, a eficiência portuária e a navegação interior. Os executivos do grupo lembraram que o transporte de cargas só acontece se houver uma retaguarda energética confiável.

“A logística amazônica costuma ser lembrada pelos rios, portos, embarcações e estradas. Mas existe uma infraestrutura menos visível que sustenta tudo isso, a energia”, afirma o vice-presidente de distribuição e operações, Guilherme Santana.

Conforme o executivo, garantir a regularidade e a previsibilidade na entrega dos combustíveis é a condição básica para que a cadeia produtiva regional consiga manter a competitividade no mercado nacional.

O encontro setorial também serviu como termômetro para medir o fortalecimento das parcerias comerciais e abrir frentes de contato com novos operadores que pretendem se instalar ou expandir investimentos na Região Norte.

“É uma grande oportunidade para demonstrarmos a força do Grupo Atem, nossa liderança na região e a proximidade que temos com nossos clientes”, ressalta o diretor comercial da Atem, Alexandre Ferreira.

Com o encerramento do evento, a empresa reforça o planejamento de investimentos contínuos em tecnologia naval e ampliação de armazenamento para mitigar os impactos das oscilações climáticas na distribuição de energia.

Três Comunicação e Marketing

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