
A presença chinesa na economia global já virou rotina. No Amazonas, também. Durante evento da Sedecti, gigantes da indústria anunciaram novos aportes na Zona Franca de Manaus (ZFM), reforçando que o Polo Industrial de Manaus (PIM) segue vivo — apesar de quem ainda jura que o Brasil “não fabrica nada”.
Entre smartphones, motocicletas e mineração, os investimentos mostram que a Amazônia continua estratégica para multinacionais que pensam no longo prazo.
Dragão econômico

Quando empresas globais ampliam operações na região, não é apenas uma decisão industrial. É um sinal geopolítico. A cadeia produtiva ligada à tecnologia, mineração e bens de consumo passa cada vez mais pela Ásia — e a China segue como epicentro dessa engrenagem.
Para a Zona Franca, isso significa algo simples: quem quiser participar da economia do século XXI precisa dialogar com o dragão.
Amazônia no Radar geopolítico
Os anúncios feitos no encontro da Sedecti mostram um detalhe importante: a Amazônia não é apenas floresta para debates ambientais em conferências internacionais. É também território de investimento pesado, tecnologia e produção industrial.
Enquanto alguns ainda discutem se a Zona Franca deve existir, multinacionais já decidiram: vão continuar apostando nela.
Um contra o outro em 2026

A deputada federal Antônia Lúcia (Republicanos-AC) anunciou que não disputará a reeleição. Até aí, nada demais.
O detalhe curioso é que ela promete participar ativamente das eleições — mas com um objetivo muito específico: trabalhar contra a reeleição do ex-marido, o deputado Silas Câmara.
Separação litigiosa
O casamento de 33 anos terminou há um bom tempo com direito a acusações públicas nas redes sociais e lembranças bíblicas sobre mandamentos esquecidos.
Agora, o capítulo eleitoral promete transformar uma crise conjugal em estratégia política.
Pré-candidato… talvez…

O secretário-chefe da Casa Civil de Manaus, Marcos Rotta, foi lançado pré-candidato ao Senado. O detalhe é que, por enquanto, a candidatura tem discurso, evento, foto e aplauso, mas ainda não tem partido confirmado, muito menos garantia de Fundo Eleitoral.
Em política, isso costuma ser um pequeno detalhe. Quase irrelevante. Mas dá muito o que falar.
Ainda a questão Braga
Sem legenda definida e sem estrutura financeira assegurada, a pré-candidatura de Rotta provoca mais dúvidas que entusiasmo. Nos bastidores, muita gente encara o movimento como peça de xadrez do grupo do prefeito David Almeida, que ainda sonha com apoio do senador Eduardo Braga (MDB).
Enquanto isso, no mundo real das campanhas eleitorais, a regra continua simples: sem partido, sem fundo e sem tempo de TV, candidatura vira mais intenção do que projeto.
Conta invisível do desmatamento

Um estudo recente trouxe um detalhe pouco discutido no debate ambiental: derrubar floresta também pesa na conta de luz. Segundo pesquisadores, o desmatamento acumulado nas últimas décadas já custa aos brasileiros mais de US$ 1 bilhão por ano em energia mais cara.
A explicação passa pelos chamados “rios voadores”, que ajudam a garantir as chuvas que abastecem as hidrelétricas do país.
Floresta vira Infraestrutura
A conclusão do estudo é quase didática: a Amazônia funciona como parte do sistema energético brasileiro. Menos floresta significa menos chuva, menos água nos reservatórios e mais termelétricas — que são bem mais caras.
Na verdade, quando a motosserra trabalha demais, quem acaba pagando a conta é o brasileiro na fatura de energia.










