
A Prefeitura de Manaus agiu com sensibilidade ao entender os desafios tecnológicos enfrentados pelos artistas locais. Por meio do Conselho Municipal de Cultura (Concultura), a gestão municipal confirmou que o prazo para as inscrições dos 13 editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) foi estendido até o dia 16 de fevereiro. Essa decisão é um alento para quem busca fomento e valorização para suas produções artísticas na capital amazonense.
Inicialmente programado para encerrar em 12 de fevereiro, o cronograma foi alterado devido a instabilidades no site Porta da Cultura Manaus. O alto volume de acessos causou falhas técnicas no servidor, tornando o adiamento uma medida de justiça para garantir que ninguém fosse prejudicado por problemas de sistema.
“Fomos surpreendidos pela instabilidade do servidor responsável pela hospedagem de nossa plataforma. Desde o primeiro registro de falha, acompanhamos atentamente todas as etapas do processo de manutenção até o pleno restabelecimento do sistema e o retorno do funcionamento do Porta da Cultura Manaus. Nenhum dado dos projetos e dos artistas sofreu perda ou alteração”, afirmou o presidente do Concultura, Tony Medeiros.
Investimento bilionário
O segundo ciclo da “Pnab 2026” destina um aporte expressivo de R$ 5 milhões para a cidade. O recurso é fruto de repasses do Governo Federal, visando descentralizar a cultura e apoiar trabalhadores e espaços culturais que dão identidade à nossa região.
Segmentos contemplados
- Música e dança
- Teatro e circo
- Artes visuais e hip-hop
- Literatura e audiovisual
- Cultura popular e economia criativa
- Segmentos LGBTQUIAPN+
- Cultura étnica e afro-brasileira
Inscrições gratuitas
Os interessados devem acessar o portal oficial para submeter seus projetos sem custo algum. O momento agora é de aproveitar esses dias extras para revisar a documentação e garantir que a proposta esteja bem estruturada. A cultura em Manaus vive um ciclo de renovação, e ferramentas como a “Pnab” são fundamentais para que o apoio chegue diretamente a quem faz a arte acontecer na Amazônia.
ASCOM: Saleyna Borges / Concultura










