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Empresa do Amazonas na corrida global da inteligência artificial com projeto ousado na China

CEO e sócio-fundador da consultoria, Marx Gabriel – Foto: Divulgação/ASCOM

A busca global por soberania mercadológica ganhou um novo capítulo liderado pelo Norte do país. Pela primeira vez, uma empresa do Amazonas comanda uma missão executiva internacional focada em imersão em Inteligência Artificial (IA) e inovação na China.

A iniciativa idealizada pela MB Consultoria lançou o programa “MB China AI & Innovation 2026”, com o objetivo de levar gestores de várias regiões do Brasil para vivenciar o cotidiano dos ecossistemas tecnológicos mais avançados do planeta.

A proposta se estabelece em um momento de transformações profundas nos mercados tradicionais, onde a automação e o processamento de dados moldam a sobrevivência corporativa.

Choque de realidade industrial

O deslocamento de lideranças para o continente asiático expõe uma necessidade urgente de atualização das estratégias de negócios no mercado nacional.

“A motivação é simples. O líder que não vê o futuro de perto toma decisões com o retrovisor. A China não é mais uma curiosidade geopolítica. É o laboratório mais avançado do mundo em inteligência artificial aplicada a negócios reais”, declarou o CEO e sócio-fundador da consultoria, Marx Gabriel.

O itinerário estruturado para a comitiva abrange centros de desenvolvimento que hoje ditam o ritmo da economia global, incluindo passagens estratégicas por Shanghai, Hangzhou, Suzhou e Yiwu. O projeto propõe uma imersão prática para transformar a visão gerencial dos participantes com base em dados de execução em larga escala.

“O Brasil tem um problema sério de janela de oportunidade. Enquanto ainda discutimos se devemos ou não adotar inteligência artificial, a China já opera em escala industrial. Shanghai está construindo cinco novos data centers dedicados à IA. Hangzhou, sede do Alibaba, gera 30% do seu Produto Interno Bruto (PIB) a partir de negócios digitais. Suzhou tem PIB per capita superior ao de todas as economias emergentes, com apenas 13 milhões de habitantes. O executivo brasileiro que visita esses ecossistemas volta transformado. Não porque aprendeu teoria, mas porque viu com os próprios olhos o que é possível”, destacou Marx Gabriel ao analisar o abismo de implementação entre as duas realidades.

Quebra do isolamento geográfico

Além de absorver tecnologias de ponta, o projeto carrega uma dimensão política e econômica ligada ao reposicionamento da região Norte.

A liderança de uma organização amazonense em uma articulação internacional desse porte desafia a histórica centralização dos eixos de decisão no Brasil, provando que polos regionais podem capitanear debates globais de inovação.

“A Amazônia carrega um desafio histórico de isolamento estratégico. Manaus é um polo industrial relevante, mas ainda opera com uma mentalidade de periferia em relação aos centros de decisão globais. Quando uma empresa nascida no Amazonas lidera uma missão executiva para a China, com participantes de todo o Brasil, está afirmando algo concreto: a geografia não define o alcance estratégico”, afirmou o executivo.

A rota foi desenhada para destrinchar diferentes pilares de eficiência comercial e produtiva, onde cada parada oferece um aprendizado prático e direcionado aos empresários:

  • Shanghai: mostra escala e infraestrutura financeira robusta, evidenciando o resultado de investimentos massivos e centralizados em sistemas inteligentes.
  • Hangzhou: revela de forma prática como as plataformas digitais geram riqueza real para a sociedade, superando a fase de projetos experimentais.
  • Suzhou: demonstra a coexistência harmônica e altamente eficiente entre a manufatura tradicional e os ecossistemas de alta tecnologia.
  • Yiwu: funciona como o maior centro de distribuição de mercadorias do planeta, integrando indústrias de mais de 200 países por meio de uma rede logística sem paralelos.

Protagonismo além da preservação

A jornada promove também um ambiente de conexão mútua entre líderes de múltiplos segmentos corporativos. A fricção de ideias fora dos escritórios habituais potencializa parcerias comerciais e acelera a inovação interna das companhias participantes.

“As melhores ideias nascem na fricção entre setores diferentes. O networking qualificado não é um benefício secundário da missão. É um dos seus resultados mais concretos”, pontuou o idealizador.

Com mais de três décadas de experiência na qualificação de gestores, a empresa projeta a iniciativa como uma evolução natural de seu portfólio de treinamentos avançados, que já reuniu mais de 100 executivos pertencentes a 45 companhias diferentes.

A estratégia dialoga diretamente com um novo papel geopolítico que o país e a própria floresta tropical devem assumir nos próximos anos.

“Temos a maior floresta tropical do mundo, uma das maiores biodiversidades do planeta, um mercado consumidor de 215 milhões de pessoas e uma capacidade de adaptação que poucos países possuem. A Amazônia está no centro das discussões globais sobre economia verde, bioeconomia e desenvolvimento sustentável. Nossa visão é que o Brasil precisa parar de aparecer nessas conversas como objeto de proteção e começar a aparecer como protagonista de soluções. A MB quer contribuir para isso formando líderes que pensem globalmente e ajam com urgência e inteligência”, concluiu Marx Gabriel.

Os interessados em obter detalhes adicionais sobre o projeto podem acessar as plataformas eletrônicas oficiais nos endereços www.mbchina2026.com e www.mbconsultoria.com ou entrar em contato direto por meio do telefone (92) 98123-7488.

ASCOM: Priscila Rosas

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