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Casa Mamãe Margarida celebra 40 anos de acolhimento em Manaus e faz apelo por doações

Foto: Divulgação

A Casa Mamãe Margarida, uma das mais respeitadas Organizações da Sociedade Civil (OSC) do Amazonas, completa 40 anos de serviços prestados no próximo dia 2 de abril. Administrada pelas Irmãs Salesianas com o suporte do governo estadual e da prefeitura, a entidade é um refúgio para crianças e adolescentes em situação de extrema vulnerabilidade. Localizada no bairro São José II, na Zona Leste de Manaus, a instituição já transformou a vida de mais de 16 mil pessoas ao longo de quatro décadas de dedicação exclusiva ao acolhimento de vítimas de violência, abuso e abandono.

Atualmente a casa atende cerca de 300 meninas todos os meses através de duas frentes de atuação fundamentais. A primeira é a Proteção Social Básica, que oferece atendimento socioeducativo para 280 jovens e mantém uma escola de tempo integral, do Ensino Infantil ao Fundamental 1, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (SEMED).

A segunda frente é o acolhimento institucional de alta complexidade, que abriga 20 meninas sob medida protetiva judicial, funcionando como retaguarda essencial para o Juizado da Infância e da Juventude e Conselhos Tutelares.

Desafios e projetos paralisados

Apesar da trajetória de sucesso e do impacto social inquestionável, a Casa Mamãe Margarida enfrenta um momento financeiro delicado. O prédio de 40 anos exige manutenções constantes e a queda nas doações após o período da pandemia de Covid-19 comprometeu o funcionamento de atividades vitais. Oficinas de informática e cursos de música, por exemplo, estão paralisados devido à falta de verba para o pagamento de monitores e aquisição de material didático.

A infraestrutura e o custeio mensal representam os maiores gargalos atuais:

  • Reformas estruturais urgentes em um prédio com quatro décadas de uso contínuo.
  • Pagamento de folha salarial de funcionários, internet, transporte e energia.
  • Necessidade diária de alimentos perecíveis como carne, peixe, frutas e verduras.
  • Demanda constante por materiais de higiene pessoal e produtos de limpeza.
  • Reativação de projetos lúdicos e culturais que auxiliam na recuperação psicossocial das acolhidas.

Saiba como ajudar a instituição

Para reverter esse quadro e garantir a continuidade dos serviços, a gestão da casa busca parcerias com o setor privado, especialmente escritórios de engenharia e construtoras que possam realizar melhorias na infraestrutura de forma voluntária. Além disso, a OSC incentiva o apadrinhamento financeiro para custear as despesas fixas que sustentam o dia a dia das meninas residentes.

“Antigamente, a gente recebia muitas doações, mas após a pandemia tudo isso foi diminuindo. Hoje, nós quase não recebemos mais doações, principalmente de alimento perecível”, reforçou Vanusa, uma das colaboradoras da instituição.

A ajuda da sociedade é o que mantém viva a esperança de centenas de crianças que dependem exclusivamente desse suporte para reconstruir suas histórias.

As doações podem ser feitas através dos seguintes canais:

  • Contato direto: telefone (92) 99869-9007.
  • PIX (CNPJ): 566.352/0001-60 (Inspetoria Laura Vicuña).
  • Banco do Brasil: agência 1862-7 e conta 40.156-0.
  • Bradesco: agência 2467 e conta 51895-6.

Fique por dentro

A Casa Mamãe Margarida celebra 40 anos de atuação na Zona Leste de Manaus sendo referência no acolhimento de meninas vítimas de violação de direitos em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (Semed).

Sob a administração das Irmãs Salesianas a entidade já atendeu 16 mil pessoas mas hoje enfrenta dificuldades financeiras para manter oficinas de música e informática devido à escassez de doações de alimentos e recursos para manutenção predial.

Atualmente a instituição busca novos padrinhos e doadores através do PIX CNPJ 04.566.352/0001-60 para garantir que o atendimento psicossocial e educativo continue transformando a realidade de centenas de jovens em situação de risco na capital amazonense.

ASCOM: Shirley Assis

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