
O Instituto Descarte Correto celebrou mais uma etapa em sua trajetória de democratização da tecnologia. Nesta semana, 27 alunos concluíram a formação em informática básica no Centro de Inclusão Digital (CID) localizado em Chimoio, Moçambique. A nova formatura dá sequência às ações da instituição no país africano, onde a primeira turma internacional já havia formado 22 estudantes.
Com a diplomação da segunda turma, o projeto soma 49 pessoas capacitadas em solo moçambicano. A iniciativa leva conhecimento e amplia as perspectivas de desenvolvimento pessoal por meio do acesso às ferramentas tecnológicas.
- Formação realizada na cidade de Chimoio
- Total de 49 pessoas atendidas nas duas turmas
- Conteúdos focados em informática básica para o cotidiano
- Desenvolvimento de habilidades para estudos, comunicação e mercado de trabalho
Crescimento contínuo
A atuação em Chimoio reforça o objetivo de expandir a inclusão digital para comunidades em situação de vulnerabilidade social. Durante o curso, os participantes aprenderam rotinas computacionais essenciais para a vida acadêmica e profissional.
“Quando vimos a primeira turma sendo formada em Moçambique, tivemos a certeza de que o projeto poderia ir muito além das fronteiras da Amazônia. Agora, ver uma segunda turma concluindo sua formação mostra que estamos construindo algo contínuo e sustentável”, afirmou o fundador do Instituto Descarte Correto, Alessandro Dinelli.
Transformação social
O aprendizado técnico proporciona autonomia para os estudantes que utilizam computadores pela primeira vez. A experiência abre portas para novas pesquisas, aprendizados e busca de posições no mercado de trabalho local.
“Cada certificado entregue em Moçambique representa muito mais do que a conclusão de um curso. Representa uma oportunidade, um conhecimento adquirido e a possibilidade de enxergar novos caminhos para o futuro”, destacou a presidente do Instituto Descarte Correto, Camila Dinelli.

Reuso de equipamentos
A expansão em Moçambique integra o plano de internacionalização da organização, focado na criação de novos centros de inclusão em locais com acesso restrito à educação e à tecnologia.
O diferencial do modelo de atuação está na reciclagem e no reuso de aparelhos eletrônicos. Dispositivos e computadores descartados passam por manutenção e são transformados em ferramentas pedagógicas. Ao formar mais 27 alunos, o Instituto Descarte Correto consolida a proposta de transformar resíduos tecnológicos em conhecimento prático para o futuro.
ASCOM: Jhonatans Andrade










