
O cenário no Oriente Médio mudou drasticamente neste sábado (28/2) com o início de uma operação militar coordenada entre Estados Unidos e Israel. O presidente norte-americano, Donald Trump, confirmou que as forças de seu país se juntaram ao ataque direto contra o regime de Teerã. O objetivo central é claro, destruir a capacidade de produção de mísseis do Irã e impedir que o país consiga desenvolver armas nucleares.
Essa escalada coloca o mundo em alerta máximo. O ataque ocorre após meses de tensão e pressões diplomáticas que não surtiram efeito. Agora, o uso da força bruta sinaliza que Washington e Jerusalém decidiram eliminar as ameaças de forma definitiva.
Aliança militar em ação
Donald Trump usou sua rede social, a Truth Social, para detalhar o início do que chamou de operação maciça. Segundo o presidente, a ação é necessária para defender o povo dos Estados Unidos e frear um governo que ele classifica como o maior patrocinador do terrorismo internacional.
A frota norte-americana, que já estava posicionada na região com navios de guerra e caças modernos, entrou em combate para garantir o sucesso da missão.
“Esta é uma operação que está acontecendo neste preciso momento”, declarou Donald Trump durante o anúncio.
Ele prometeu que a indústria iraniana de mísseis será totalmente arrasada pelos bombardeios.
Pânico e explosões em Teerã
Enquanto os líderes confirmavam o ataque, o rastro de destruição já era visível em solo iraniano. O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que a ofensiva serviu para eliminar ameaças existenciais. Relatos de moradores de Teerã descrevem sons ensurdecedores de explosões e colunas de fumaça subindo de vários pontos da capital.
O medo de uma retaliação ainda maior provocou uma corrida desesperada aos postos de gasolina. Milhares de civis tentam deixar as grandes cidades iranianas o mais rápido possível, temendo que a infraestrutura urbana seja o próximo alvo.
- Explosões registradas. Estrondos foram ouvidos no centro de Teerã e em outras cidades importantes do país.
- Fuga em massa. Filas quilométricas se formaram nas saídas da capital com pessoas buscando segurança no interior.
- Contra-ataque. As Forças de Defesa de Israel confirmaram que o sistema de segurança está em alerta para interceptar mísseis lançados pelo Irã.
- Sirenes de alerta. Moradores de várias cidades israelenses foram orientados a buscar abrigo imediatamente após a detecção de lançamentos inimigos.
Reação de Israel e apoio total
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu agradeceu publicamente o apoio de Donald Trump. Ele destacou que a união entre as forças israelenses e norte-americanas é um passo fundamental para acabar com o perigo representado pelo regime de Teerã. Para o líder de Israel, essa operação pode abrir caminho para que o próprio povo iraniano consiga derrubar o governo atual e estabelecer uma nação livre.
O governo de Israel reiterou que a força aérea está preparada para interceptar qualquer tentativa de resposta e que a população deve seguir rigorosamente as instruções do comando militar.
Fique por dentro
A ofensiva militar deste sábado (28) coloca o mercado global em estado de choque, com o risco iminente de o preço do petróleo disparar. Países europeus, como Portugal, já emitiram comunicados informando que acompanham a situação com prioridade total na segurança de seus cidadãos. O grande desafio agora é saber até onde o Irã pretende levar o contra-ataque e se outros aliados regionais vão entrar na briga. O Amazonas e o mundo inteiro seguem atentos ao desenrolar desse conflito que pode redefinir as fronteiras e as alianças no Oriente Médio.
Fonte: https://pt.euronews.com/2026/02/28/israel-lanca-ataque-contra-o-irao-ministerio-da-defesa-confirma










