
A economia do Amazonas encerrou o ano de 2025 com números que reforçam a vitalidade do nosso modelo de desenvolvimento. A movimentação de US$ 17 bilhões na corrente de comércio mostra que mesmo diante dos desafios globais o estado mantém uma engrenagem produtiva acelerada. Esse resultado é fruto de um trabalho técnico minucioso realizado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti) que monitora cada passo das nossas transações internacionais.
Essa estabilidade financeira representa a manutenção de milhares de empregos e a capacidade do estado em atrair investimentos mesmo em períodos de transição econômica global. O equilíbrio entre o que compramos e o que vendemos para o mundo define a nossa força no cenário nacional e garante a segurança para o planejamento a longo prazo.
A engrenagem que move o desenvolvimento regional
O coração dessa movimentação financeira está no Polo Industrial de Manaus (PIM). É importante entender que a grande quantidade de importações que somou US$ 16,06 bilhões não representa apenas gastos mas sim a entrada de matérias-primas essenciais. Esses materiais são transformados nas fábricas instaladas em nossa capital e geram valor agregado antes de serem enviados para o restante do país e para o exterior.
Abaixo detalhamos os pontos que explicam esse desempenho comercial:
- A entrada de bens intermediários sustenta o ciclo produtivo das indústrias de tecnologia e eletrodomésticos.
- O fluxo comercial integrado permite que o Amazonas seja um centro logístico fundamental para a América Latina.
- O crescimento estruturado das exportações desde 2018 mostra que nossos produtos ganham cada vez mais espaço no mercado mundial.
- O recorde histórico registrado em 2024 serviu de base sólida para consolidar o patamar elevado atingido agora em 2025.
- As estatísticas são utilizadas pelo governo como ferramentas de luta para o planejamento e o desenvolvimento econômico real.
Números que revelam resiliência e crescimento estruturado
O Departamento de Estatística e Geoprocessamento (Degeo) que é vinculado à Secretaria Executiva de Planejamento (Seplan) aponta que as exportações chegaram muito perto de bater o recorde histórico. Com US$ 939,89 milhões exportados em 2025 o Amazonas demonstra que sua produção é diversificada e desejada por grandes potências mundiais.
No fechamento do ano as parcerias internacionais se mostraram ainda mais sólidas. A Alemanha buscou nosso ouro semimanufaturado enquanto a China manteve o interesse firme no ferronióbio produzido em solo amazonense. Já nas importações a China continua sendo o principal parceiro no fornecimento de componentes tecnológicos seguida pelos Estados Unidos que fornecem óleos e combustíveis minerais necessários para a operação logística.
O protagonismo do interior nas exportações do estado
Um dos pontos mais positivos desse balanço anual é observar que o desenvolvimento não está restrito apenas à capital. Municípios do interior mostram força e capacidade de inserção global através de produtos específicos que abastecem mercados exigentes.
Em Presidente Figueiredo (107 km de Manaus) o destaque absoluto foi a exportação de ferro-ligas que rendeu mais de US$ 8 milhões apenas no último mês do ano. Outro exemplo de sucesso vem de Itacoatiara (270 km de Manaus) que exportou madeira serrada de alta qualidade para o mercado norte-americano e também se destacou na importação de derivados de petróleo para suprir demandas locais.
Já em Iranduba (27 km de Manaus) a movimentação comercial se deu pela entrada de equipamentos de grande porte como guindastes e pontes-guindastes vindos do mercado chinês. Esses dados provam que o Amazonas está conectado com o mundo de ponta a ponta e leva progresso para todas as calhas de rios fortalecendo a economia de cada cidade. Manter esse ritmo exige atenção constante às infraestruturas logísticas e ao apoio governamental que garante a sustentabilidade da nossa produção.











