
Nas primeiras horas de quarta-feira (19/11), a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio do Departamento de Investigação sobre Narcóticos (Denarc), deflagrou uma operação que resultou na apreensão de mais de uma tonelada de maconha do tipo skunk. A ação, avaliada em R$ 24 milhões, contou com o apoio da Delegacia Fluvial (Deflu) e da Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Manacapuru.
Cinco homens, com idades entre 21 e 34 anos, foram presos em flagrante durante a operação. Com este resultado, somado às operações recentes do Denarc, o prejuízo total causado ao narcotráfico chega a R$ 44,4 milhões.
Detalhes da investigação e abordagem

Segundo o delegado Rodrigo Torres, diretor do Denarc, a investigação durou cerca de 30 dias. As equipes identificaram um sítio localizado no ramal Chico Doido, no município de Iranduba (a 27 quilômetros de Manaus), que funcionava como base para o recebimento e armazenamento de drogas vindas pelos rios. O destino final do entorpecente seria Manaus e outros municípios do interior.
“No local, a equipe policial identificou os indivíduos fazendo a retirada da droga nas margens do rio e colocando dentro de veículos. Então realizamos a abordagem; os suspeitos ainda tentaram fugir, mas tínhamos equipes bem posicionadas que conseguiram fazer a contenção deles”, relatou o delegado.
Além da tonelada de drogas, foram apreendidos dois veículos e uma arma de fogo de fabricação artesanal.
Compromisso com a segurança

O delegado-geral adjunto da PC-AM, Guilherme Torres, destacou a importância de desarticular a logística das organizações criminosas.
“Hoje tivemos mais um grande resultado. Cinco pessoas foram presas em flagrante enquanto faziam a guarda de um local usado para o armazenamento e distribuição de entorpecentes destinados a outros estados. Quero parabenizar toda a equipe do Denarc, que se dedicou integralmente até chegar a esse resultado”, afirmou Guilherme Torres.
Procedimentos legais
Os cinco detidos foram autuados em flagrante por tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse irregular de arma de fogo. Todos estão à disposição da Justiça. A Polícia Civil informou que as investigações continuarão para verificar se o proprietário do sítio tem envolvimento com o esquema criminoso.
Ascom











