
O melhor papel que interpretou em vida foi o de Yul Brynner. O ator, após décadas fumando cinco maços de cigarros por dia, morreu em 10 de outubro de 1985, de câncer de pulmão. Tinha 65 anos. Mas o chamativo é que, apesar da sua fama incontestável, naquela época ninguém sabia quais eram suas origens ou o que havia de verdadeiro ou falso em sua fantasiosa biografia.
Propositalmente, ele alimentara uma aura de mistério em cada uma das suas entrevistas. Dizia à imprensa que seu pai era mongol e sua mãe uma cigana que havia morrido no parto, ou que havia lutado junto às Brigadas Internacionais na Guerra Civil espanhola. Quando o apresentador Bill Boggs lhe questionou sobre isto, limitou-se a responder com ironia: “São coisas que eu nunca disse, que disseram sobre mim e que simplesmente nunca neguei. E ainda não negarei. Tudo o que disseram é absolutamente correto”.
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Por Sergio Del Amo/ El País











