
A menopausa envolve transformações que vão muito além dos conhecidos fogachos. Um dos quadros mais frequentes e ainda pouco discutidos entre as mulheres é a Síndrome Geniturinária da Menopausa, também conhecida pela sigla SGM. Essa condição provoca sintomas incômodos como secura vaginal, dor durante a relação sexual, ardor e desconforto íntimo, além de favorecer o surgimento de infecções urinárias recorrentes.
De acordo com a urologista e uroginecologista Dra. Thatiana Brasil, a síndrome está diretamente ligada à queda dos níveis hormonais que ocorre nesse período. A médica ressalta que tais sinais podem comprometer significativamente o bem-estar físico e emocional. Ela reforça que esses sintomas não devem ser normalizados, pois interferem diretamente na vida sexual, na autoestima e na saúde geral da mulher.
Desafios do diagnóstico e busca por tratamento
Apesar de ser uma condição comum, a SGM ainda é subdiagnosticada em muitos consultórios. A falta de informação faz com que muitas pacientes acreditem que o desconforto faz parte do processo natural do envelhecimento e que precisam conviver com ele. A Dra. Thatiana Brasil enfatiza que existem tratamentos seguros e eficazes disponíveis para devolver o conforto e a saúde às mulheres.
Com uma atuação focada na saúde íntima feminina, a especialista defende uma abordagem humanizada e individualizada. Para ela, o tratamento ideal une informação de qualidade, acolhimento e o uso de recursos terapêuticos modernos. Cuidar da região íntima é, fundamentalmente, uma forma de garantir qualidade de vida em todas as fases da maturidade.
Principais sintomas e locais de atendimento
- Secura vaginal e ardor constante
- Desconforto ou dor durante o ato sexual
- Aumento da frequência de infecções urinárias
- Impacto negativo na autoestima e vida conjugal
- Necessidade de avaliação médica especializada
A Dra. Thatiana Brasil realiza atendimentos voltados para essas e outras condições uroginecológicas nas cidades de Manaus e Tefé.
ASCOM: Diego Oliveira











