
O ano de 2026 começa com um cenário favorável para quem deseja investir em decorrência dos juros ainda elevados. E ter com quem contar na hora de montar a carteira pode fazer a diferença no fim das contas. Nesse sentido, o Sicredi é uma alternativa para os associados, pois é uma instituição financeira cooperativa robusta, forte e consolidada no mercado, com mais de 120 anos de história.
É avaliada pelas três principais agências de classificação de risco do mundo: Moody’s, S&P e Fitch Ratings, e tem mais de R$ 157 bilhões administrados pela Asset (dados de setembro/25), sendo considerada a 10ª maior gestora do Brasil e a 7ª maior gestora quando se trata de investimentos em renda fixa, segundo a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).
E no cenário de juros ainda altos há oportunidades para todos os perfis. Desde os mais conservadores, passando pelos moderados, até os que têm mais apetite pelo risco. Orientação adequada e acompanhamento contínuo tornam-se fundamentais para decisões mais conscientes, que vão ao encontro dos objetivos de cada um. No Sicredi, os associados encontram opções de investimento variadas e contam com orientação de especialistas.
Para a consultora de investimentos do Sicredi, Maria Tamires Adelino, 2026 deve ser encarado como um período de estratégia e equilíbrio. Mesmo com a expectativa de queda gradual dos juros ao longo do ano, dos atuais 15% ao ano para cerca de 12,5% ao ano, ela ressalta que o nível ainda elevado mantém boas oportunidades em produtos pós-fixados atrelados ao CDI ou à própria Selic. “Esse cenário permite alcançar bons rendimentos com menor necessidade de assumir riscos elevados, o que é interessante para quem prefere opções mais conservadoras”, explica.
Apesar do cenário favorável à renda fixa é importante lembrar que a escolha das aplicações deve considerar não apenas o momento econômico, mas também o perfil do investidor e seus objetivos. Para quem busca maior potencial de retorno e aceita mais volatilidade, ações, fundos imobiliários e multimercados podem ser alternativas interessantes. Em qualquer caso, a diversificação continua sendo essencial para reduzir riscos.
A consultora destaca que, para quem ainda não investe ou está começando, o mais importante é construir uma base sólida.
“A orientação é começar pelo básico, com produtos como RDC pós-fixado e fundos DI. Depois, organizar uma reserva de emergência, que cubra pelo menos seis meses das despesas e fique aplicada em produtos com liquidez”, afirma.
Ela também reforça a importância de investir de forma gradual, com aportes mensais, e de buscar educação financeira, entendo conceitos como CDI, IPCA, volatilidade e os diferentes tipos de risco, como crédito e liquidez, só depois, diversificar aos poucos. “Dessa forma, é possível aproveitar o momento dos juros altos com mais segurança e planejamento”, conclui.
Além da rentabilidade, fatores como prazo e objetivos do investidor devem guiar as escolhas no próximo ano. Produtos de renda fixa continuam atrativos pelo cenário de juros elevados, mas é importante avaliar estratégia e perfil antes de decidir. Já na renda variável, oportunidades existem, mas exigem planejamento e compreensão dos riscos. Combinar aplicações com características distintas é essencial para manter equilíbrio e suavizar oscilações da carteira.
De acordo com Maria Tamires, o cenário econômico atual reúne fatores que favorecem decisões mais seguras para quem investe.
“Nesse momento, a renda fixa continua sendo uma boa opção porque permite bons retornos com menor risco. Ao longo do ano, conforme os juros começarem a cair, o investidor pode planejar com calma a diversificação para outros ativos”, sugere.
Para ela, manter disciplina e constância nos aportes é essencial. “Mesmo com a expectativa de queda dos juros ao longo de 2026, o cenário ainda é favorável para quem busca investir com baixo risco. A renda fixa segue atrativa, mas o momento também pede planejamento, disciplina e diversificação. Começar a investir agora, mesmo com pouco, ajuda a criar hábito e construir uma estratégia sólida para o longo prazo”, conclui.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 9,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.
Nos estados de Mato Grosso, Pará, Rondônia, Acre, Amazonas, Amapá, Roraima, e algumas cidades de Goiás, o Sicredi está presente em 260 municípios e possui 361 agências, para o atendimento a mais de 1,6 milhão de associados.
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