Evolução na saúde: Biossimilares prometem substituir medicamentos caros sem perder eficácia

Evidências científicas comprovam que a substituição é segura e eficaz em áreas críticas como oncologia, reumatologia e gastroenterologia

Foto: Divulgação

Você já ouviu falar em medicamentos biossimilares? Eles são versões de alto padrão de qualidade de medicamentos biológicos já existentes e podem representar uma verdadeira revolução no cuidado em saúde. Um dos pontos mais importantes é a chamada intercambialidade, quando o biossimilar pode substituir o medicamento de referência sem comprometer a eficácia ou a segurança do tratamento.

De acordo com a diretora associada de assuntos médicos da Organon, Nanci Utida, estudos e experiências internacionais mostram que a troca é segura e eficaz, inclusive em áreas críticas como oncologia (por exemplo, com o trastuzumabe), reumatologia e gastroenterologia, em que se utilizam anticorpos monoclonais. “O uso de biossimilares tem respaldo científico e regulatório, além de evidências de mundo real. A grande diferença está na forma como cada país aplica a substituição. Nos Estados Unidos, a troca pode ser feita diretamente na farmácia em alguns casos, na Europa, depende da política local e, no Brasil, a decisão cabe ao médico e às instituições de saúde”, explica.

A escolha de trocar um biológico de referência por um biossimilar depende de fatores clínicos e institucionais. Entre eles estão a estabilidade clínica do paciente, a gravidade ou risco da doença, a evidência e experiência com aquele biossimilar em determinada indicação, e as políticas institucionais ou protocolos do serviço de saúde.

Além da segurança comprovada, a intercambialidade traz benefícios diretos para os pacientes e para o sistema de saúde. A competição promovida pelos biossimilares reduz custos e libera recursos que podem ser usados para ampliar o acesso a tratamentos ou investir em novas tecnologias.

Outro ponto central é a confiança do paciente. Quando a substituição é acompanhada de informação clara e diálogo entre médico e paciente, a adesão ao tratamento se mantém estável. Sem essa comunicação, há risco do chamado “efeito nocebo”, quando a percepção negativa pode afetar a experiência do paciente, mesmo sem mudança real na eficácia.

Para além da economia, os biossimilares são uma alternativa estratégica para garantir a sustentabilidade financeira da saúde, diante do aumento constante dos custos das terapias inovadoras.

“O custo das terapias médicas inovadoras está cada vez mais elevado e precisamos discutir como garantir a viabilidade do financiamento da saúde no longo prazo. Os biossimilares representam uma oportunidade estratégica para promover a sustentabilidade financeira do sistema de saúde e permitir uma alocação mais racional dos recursos disponíveis”, finaliza Nanci.

Sobre a Organon

A Organon é uma empresa global de saúde independente com o propósito de ajudar a melhorar a saúde das mulheres em todas as fases da vida. Com um portfólio diversificado, a companhia atua em diversas áreas terapêuticas, oferecendo mais de 60 medicamentos e produtos voltados para a saúde feminina, biossimilares e medicamentos estabelecidos no mercado. Além de seu portfólio atual, a Organon investe em soluções e pesquisas inovadoras para impulsionar novas oportunidades de crescimento em saúde feminina e biossimilares.

A empresa também busca colaborar com parceiros biofarmacêuticos e inovadores interessados em comercializar seus produtos, aproveitando sua escala e presença ágil em mercados internacionais de rápido crescimento.

Com sede em Nova Jersey, nos Estados Unidos e presença em 140 países, a Organon possui um alcance geográfico significativo e conta com cerca de 10.000 colaboradores ao redor do mundo.

Para mais informações, visite www.organon.com/brazil e conecte-se conosco nas redes sociais: https://www.linkedin.com/company/organon-brasil/ e https://www.instagram.com/aquipelasaudedela.

Assessoria de Comunicação: Flavia Flores

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