Cultura Cidade Alta: do Educandos para o Sambódromo a história que virou carnaval

Cidade Alta: do Educandos para o Sambódromo a história que virou carnaval

Foto: Divulgação/ Acadêmicos da Cidade Alta

Com o desfile do grupo de acesso marcado para o dia 13 de fevereiro, a Escola de Samba Acadêmicos da Cidade Alta intensifica seus preparativos no bairro Educandos, Zona Sul de Manaus. A agremiação levará para a avenida um enredo que narra a mudança na qualidade de vida dos moradores através de programas governamentais que transformaram a realidade local.

O tema escolhido para este ano é “A transformação: da degradação à dignidade, o sonho se tornou realidade e, no raiar de um novo dia, Cidade Alta explode de alegria”. A proposta é mostrar como intervenções de urbanização e habitação devolveram a cidadania às famílias da região.

O enredo destaca ações fundamentais desenvolvidas pela Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE) e pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedurb).

A narrativa da escola foca em três pilares principais de transformação:

  • O “Prosamin+” é o grande destaque por suas obras de saneamento básico, urbanização e a implantação da maior Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da região norte, que impactou diretamente na saúde pública.
  • O programa “Amazonas meu lar” é homenageado por garantir o acesso à moradia digna para famílias que viviam em situação de vulnerabilidade.
  • O “Ilumina+ Amazonas” aparece como responsável pela modernização da iluminação pública, trazendo mais segurança para as ruas do bairro.

Marcellus Campêlo, secretário da Sedurb e coordenador da UGPE, afirmou que a homenagem é um reconhecimento de que as políticas públicas do governo Wilson Lima estão no caminho certo, impactando positivamente a vida das pessoas.

A voz da comunidade no sambódromo

Para o presidente da Acadêmicos da Cidade Alta, a escolha do tema foi natural, pois nasceu da vivência prática dos moradores do Educandos. Ele reforça que a escola cumpre seu papel social ao transformar políticas públicas que mudaram a vida das famílias em uma narrativa de carnaval.

A estrutura da escola para o desfile no Sambódromo impressiona pelos números:

  • Cerca de 1,6 mil brincantes espalhados por 16 alas.
  • Comissão de frente com 15 componentes e módulo alegórico próprio.
  • Bateria composta por aproximadamente 150 ritmistas.
  • Três casais de mestre-sala e porta-bandeira.
  • Carros abre-alas e fecha-alas para contar a história da transformação.

Além disso, o desfile contará com as tradicionais alas das baianas, passistas, compositores e uma equipe de harmonia com cerca de 100 componentes para garantir a evolução perfeita na avenida.

Ensaios e preparação técnica

A rotina de ensaios acontece todas as quartas-feiras, a partir das 19h, na nova sede administrativa da escola no bairro Educandos. Nestes encontros, a comunidade trabalha de forma integrada o canto, o ritmo da bateria e a harmonia. A fase atual é crucial para alinhar os quesitos de julgamento e apresentar os protótipos das fantasias que comporão o espetáculo.

O objetivo da diretoria é consolidar a narrativa da escola nos ensaios para que, no dia 13 de fevereiro, a Cidade Alta faça uma apresentação memorável e competitiva.

ASCOM: Náis Campos

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