Brasil recebe a Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica

Turma 1 - Da esquerda para direita, Felipe Maia, Lucas Praça, Isabela Xavier, Felipe Ya Lima e Luís Fernando – Foto: Divulgação

De 1º a 7 de setembro, o Brasil será a sede da 17ª Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA). O país será representado por dez estudantes do ensino médio que vão enfrentar alunos da Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai, na cidade de Barra do Piraí (RJ).

Organizada este ano pela OBA, a OLAA é uma competição internacional que reúne jovens do ensino médio de diversos países da América Latina, com o objetivo de promover o conhecimento em astronomia e astronáutica, além de incentivar a cooperação entre jovens cientistas do continente.

Por ser o país-sede, o Brasil contará com duas equipes. A primeira é formada por: Felipe Maia Silva e Filipe Ya Hu Dai Lima, ambos de Fortaleza (CE); Lucas Praça Oliveira, também de Fortaleza (CE); Isabela Xavier De Miranda, do Rio de Janeiro (RJ); e Luís Fernando de Oliveira Souza, de Cassilândia (MS).

A segunda equipe é composta por: Eyke Cardoso de Souza Torres, de Ourilândia do Norte (PA); Guilherme Waiandt Moraes, Gustavo Globig Farina e João Victor Evers Cordeiro, todos de Fortaleza (CE); e Larissa França Souza, de Goiânia (GO).

Turma 2 – Da esquerda para direita, Gustavo Globig, Eyke Cardoso, Larissa França, Guilherme Waiandt e João Victor – Foto: Divulgação

Desafios e Treinamento

Segundo o Prof. Dr. João Canalle, coordenador da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), os desafios da OLAA envolvem provas teóricas, construção e lançamento de foguetes de garrafa PET, manuseio de telescópios, entre outros.

Antes de enfrentar o desafio internacional, a equipe participou de treinamentos com alunos medalhistas de edições anteriores, além de professores, especialistas e astrônomos. “Durante as aulas, eles estudaram sobre carta celeste, analisaram dados astronômicos, realizaram observação do céu a olho nu e com o uso de planetário, entre outras atividades”, explica o coordenador.

Para o Dr. Eugênio Reis, astrônomo do Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST/MCTI), a OLAA no Brasil representa um momento de grande relevância para a educação científica e para a integração internacional. “Será a quarta vez que nosso país tem a honra de sediar a competição, reafirmando o protagonismo brasileiro no cenário latino-americano de popularização da ciência”.

“A OLAA é mais do que uma competição, é um espaço de troca de saberes, experiências culturais e convivência pacífica entre estudantes e professores de diferentes nações, fortalecendo laços de amizade e cooperação que ultrapassam fronteiras. Sediar novamente a olimpíada reforça o compromisso do país em promover a ciência, a educação e a integração entre os povos latino-americanos”, reforça Eugênio.

Organizadores da OBA

A OBA é realizada pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), além dos Deputados Federais Tabata Amaral, André Janones, Vitor Lippi, Ismael Alexandrino, Senador Astronauta Marcos Pontes, Centro Universitário Facens, BTG Pactual, Bizu Space, Arco Instituto, UERJ, Força Aérea Brasileira e Agência Espacial Brasileira.

A OBA ainda tem como embaixadores os canais Manual do Mundo, Física Total e AstroBioFísica.

Assessoria de comunicação: Joyce Nogueira

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