“Bets não geram emprego e destroem famílias”, dispara Sidney Leite

Deputado federal, Sidney Leite (PSD) - Foto: Divulgação

O deputado federal Sidney Leite (PSD-AM) fez fortes críticas à decisão da Câmara dos Deputados de rejeitar a proposta que visava ampliar a tributação sobre as bets (empresas de apostas esportivas e jogos on-line). A medida barrada pela maioria dos parlamentares aumentaria a alíquota de impostos do setor de 12% para 18%.

O parlamentar classificou a decisão como “um tapa na cara dos brasileiros” e questionou abertamente os motivos da rejeição.

Sidney Leite questionou o receio em tributar as empresas de apostas, apontando a falta de compromisso do setor com o desenvolvimento nacional e o grave impacto social.

  1. Falta de benefício social e econômico

O deputado argumentou que as empresas de apostas:

  • Não geram emprego.
  • Endividam milhares de brasileiros.
  • Não têm compromisso com o desenvolvimento do país.

Ele comparou a baixa tributação das bets com a alta carga paga por micro e pequenos empreendedores, destacando a disparidade tributária.

  1. Proteção aos ricos e poderosos

Sidney Leite criticou o que chamou de omissão do Congresso diante dos mais ricos e poderosos. Ele citou a recente aprovação da chamada “PEC da Blindagem” e o tratamento dado à proposta das bets como evidências de um alinhamento político.

“Quando chega a hora de tributar o andar de cima, há acordos para que sequer projetos dessa natureza sejam pautados. É vergonhoso o que é feito contra os homens e mulheres que trabalham nesse país”, declarou.

  1. Impacto social e desigualdades

O parlamentar enfatizou o impacto social negativo do vício em jogos e apostas, citando o aumento do endividamento e a destruição de milhares de famílias pela falta de regulamentação e controle do setor.

Em tom de indignação, ele encerrou lembrando das desigualdades regionais, citando o alto custo de vida no Amazonas: “Lá no município de Pauini, uma carga de gás custa R$ 170. Mas quando é para tributar grandes fortunas ou fintechs, surgem justificativas de toda ordem,” concluindo que o Congresso se mostra “comprometido com os ricos e poderosos, e não com o povo brasileiro.”

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