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Benjamin Netanyahu afirma que o Irã perdeu força e levanta dúvida sobre o que vem a seguir

Benjamin Netanyahu – Foto: Divulgação/Facebook

O cenário no Oriente Médio atingiu um ponto de ruptura sem precedentes com as recentes declarações do governo israelense. Em sua primeira coletiva de imprensa desde o início da escalada militar o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou categoricamente que o Irã perdeu a capacidade de enriquecer urânio e de fabricar mísseis. A estratégia agressiva de Israel busca desmantelar permanentemente a infraestrutura bélica de Teerã.

“Continuaremos a esmagar essas capacidades. Vamos reduzi-las a pó, a cinzas”, declarou Benjamin Netanyahu ao detalhar o avanço das tropas.

Poder nuclear destruído

O governo de Israel revelou que a maior parte da estrutura nuclear iraniana foi neutralizada ainda em meados de 2025 durante a “Operação Rising Lion”. O foco atual das Forças de Defesa de Israel (IDF) mudou para os centros de fabricação que fornecem componentes essenciais para armamentos de longo alcance.

“Destruímos mísseis e grande parte da infraestrutura nuclear. Mas o que estamos destruindo agora são as fábricas que produzem os componentes para fabricar esses mísseis e as armas nucleares que eles estão tentando produzir”, explicou Benjamin Netanyahu.

Essa ofensiva cirúrgica visa garantir que o regime não consiga se rearmar no curto prazo.

Contra-ataque iraniano

A resposta de Teerã não tardou e o regime retomou os ataques diretos contra o território israelense. Mísseis foram disparados em direção ao sul do país atingindo áreas próximas ao deserto do Negev e acionando sirenes na cidade de Dimona. Apesar do susto a mídia local e as autoridades militares confirmaram que a nova ofensiva não causou impactos diretos ou deixou vítimas. Enquanto isso a televisão estatal iraniana confirmou a morte do porta-voz da Guarda Revolucionária do Irã o que aprofunda ainda mais o isolamento militar do país após as investidas coordenadas entre Israel e os Estados Unidos (EUA).

Vítimas do conflito

A guerra entrou em sua terceira semana sem qualquer perspectiva real de um cessar-fogo. O conflito teve início no final de fevereiro com uma ação relâmpago que atingiu Teerã e resultou na morte do líder supremo aiatolá Ali Khamenei. O custo humano dessa escalada é devastador e os números impressionam pela gravidade.

  • Mais de 1.200 mortes registradas desde o início das operações.
  • Ao menos 200 crianças perderam a vida nos bombardeios.
  • Diversas figuras importantes do governo iraniano foram eliminadas.
  • Estruturas estratégicas e bases militares foram reduzidas a escombros.

Decisão de Washington

A postura internacional diante da crise também define os próximos passos da geopolítica mundial. O presidente Donald Trump foi direto ao afastar a possibilidade de uma invasão terrestre total em território inimigo.

“Não vou enviar tropas ao Irã”, afirmou Donald Trump reforçando que a estratégia atual se limita a ataques aéreos e tecnológicos para neutralizar ameaças.

Essa decisão tenta equilibrar a pressão militar sem envolver o exército americano em uma guerra de ocupação prolongada enquanto a região segue em chamas.

Fonte: https://ultimosegundo.ig.com.br/2026-03-20/netanyahu-afirma-que-o-ira-nao-pode-mais-enriquecer-uranio-nem-construir-misseis.html

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