Amazonas entra no radar nacional da inovação e projeto local chega ao topo do Prêmio Finep

Projeto liderado pela FPFTech aposta em integração do ecossistema, empreendedorismo e soluções sustentáveis para a Amazônia

HAWK Innovation Center – Foto: Divulgação

O Prêmio Finep de Inovação chega à sua etapa nacional com o propósito de celebrar os avanços mais significativos em tecnologia e pesquisa científica no Brasil. Esta edição reúne projetos de todas as regiões do Brasil, reafirmando o compromisso com a sustentabilidade e a preservação ambiental como pilares para o crescimento econômico responsável. A entrega oficial dos troféus será realizada no Palácio do Planalto, em Brasília, contando com a participação da ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, e do presidente da Finep, Luiz Antonio Elias.

Um dos grandes protagonistas desta etapa é o HAWK Innovation Center, iniciativa vinculada à Fundação Amazônica de Amparo à Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico Desembargador Paulo dos Anjos Feitoza. O projeto surge como uma resposta estratégica ao isolamento entre os agentes de inovação na Região Norte, buscando integrar o ecossistema local e transformar a realidade tecnológica do Amazonas.

A estrutura do Hub combina o melhor dos mundos físico e digital em Manaus. O espaço oferece uma infraestrutura completa para o desenvolvimento de novos negócios e parcerias.

  • Sede física com salas de reunião, laboratórios de ponta e áreas de coworking.
  • Auditórios para eventos e uma plataforma digital para conexão global.
  • Aceleração focada em startups e geração de empregos qualificados no estado.
  • Serviços especializados de mentoria, suporte jurídico e assessoria financeira.
  • Acesso direto a redes de investidores e governança colaborativa.

Retorno do prêmio marca ciclo de altos investimentos na ciência

A premiação volta ao calendário nacional após um intervalo de dez anos, refletindo um momento de forte incentivo ao setor. Entre o ano de 2023 e setembro de 2025, a Finep destinou aproximadamente R$ 700 milhões para o financiamento de novos projetos contratados.

Dessa trajetória de investimentos, 144 iniciativas foram selecionadas para as fases iniciais da competição. O reconhecimento desses trabalhos não apenas valida o que há de mais moderno na ciência brasileira, mas também atua diretamente na redução das desigualdades regionais, levando recursos e visibilidade para projetos que antes ficavam fora do eixo principal de inovação.

ASCOM: Débora Farias

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