Digiboard mostra como a Amazônia está dominando a Indústria 4.0

Superintendente da Suframa Bosco Saraiva, testa tecnologia de ponta e fica fascinado - Foto: Suframa/Divulgação

A Suframa realizou, nesta quarta-feira (8), visita institucional à empresa Digiboard Eletrônica da Amazônia, localizada na rua Matrinxã, no bairro Distrito Industrial 1, zona Sul de Manaus. O objetivo foi conhecer os projetos de Indústria 4.0 e transformação digital desenvolvidos pela empresa, referência na fabricação de placas e circuitos eletrônicos.

Foi a segunda vez que a comitiva da Autarquia visitou a fábrica da Digiboard. A anterior ocorreu em janeiro. A equipe da Suframa foi composta pelo superintendente Bosco Saraiva, pelo superintendente-adjunto Executivo, Frederico Aguiar, pelo superintendente-adjunto de Projetos Leopoldo Montenegro, pelo superintendente-adjunto de Desenvolvimento Tecnológico Waldenir Vieira, pelo coordenador de Comunicação e Assuntos Institucionais Isaac Júnior, e pelo gerente de Projetos da Superintendência-Adjunta Executiva (SAE/Suframa), Ozenas Maciel.

As iniciativas tecnológicas da Digiboard foram apresentadas pelo time gerencial da empresa, e pelo diretor industrial, Ilídio Costa. Segundo Ilidio, a Digiboard vem implementando soluções tecnológicas em parceria com o Centro Internacional de Tecnologia de Software do Amazonas (CITS AMAZONAS), coordenador do Programa Prioritário de Indústria 4.0 e Modernização Industrial, do Comitê das Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento na Amazônia (Capda). “Mostramos parte do trabalho que vem sendo desenvolvido nessa área, que é muito amplo e representa um avanço importante para nossa operação”, destacou.

“A Digiboard é um exemplo concreto de como a transformação digital pode fortalecer o Polo Industrial de Manaus, gerando competitividade, empregos qualificados e integração com programas prioritários que visam ao futuro da nossa região”, ressaltou o superintendente da Suframa, Bosco Saraiva.

A empresa conta atualmente com cerca de 700 colaboradores, distribuídos em dois turnos, e avalia possibilidades de expansão conforme o crescimento da demanda e o avanço dos projetos tecnológicos.

Por Enock Nascimento

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