
A Unipar confirmou, já entre as primeiras empresas, sua participação na Construnorte 2025, que acontece nos dias 12, 13 e 14 de novembro no Centro de Convenções Studio 5, em Manaus. A feira, maior da Região Norte no setor de construção civil, reunirá mais de 100 expositores e promete superar o sucesso do ano passado.
Para Diego Avelino, superintendente da Unipar, o evento é estratégico. “Tivemos um excelente resultado na edição anterior e não poderíamos ficar de fora. A Construnorte concentra incorporadores, fornecedores de materiais e toda a cadeia da construção, sendo essencial para a cidade, o estado e a região”, disse.
Na Construnorte 2024, a Unipar teve papel de destaque ao lançar o Parque das Torres, além de apresentar os empreendimentos Neo Vila e Residencial Boa Vista, somando três projetos imobiliários que chamaram a atenção do público visitante. A participação resultou em grande movimentação comercial, com a comercialização de três unidades dos empreendimentos, e fortaleceu ainda mais a presença da construtora no mercado regional, gerando negócios, vendas e network.
O Neo Vila, por exemplo, alia design inteligente, tecnologias sustentáveis e soluções ecoeficientes para moradia urbana. Já o Parque das Torres, com localização privilegiada, trouxe opções modernas de lazer e conveniência para Manaus. Em Boa Vista, o Residencial Boa Vista reforçou o compromisso da empresa em transformar o centro da capital roraimense, com impacto econômico e inovação arquitetônica.
O evento será realizado pela Rede Amazônica, em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amazonas (Sinduscon-AM). A iniciativa é considerada vital para fortalecer o mercado e aproximar diferentes elos da cadeia produtiva.
Frank Souza, presidente do Sinduscon-AM, lembrou que a feira foi retomada em 2024, num momento de crescimento acelerado do setor. “Temos muitas inovações, softwares e startups voltadas para a construção civil. O evento vai reunir indústrias locais e nacionais, com muito conteúdo e oportunidades.”
O empresário Phelippe Daou destacou a relevância histórica da feira. “É um evento de extrema importância, não apenas por ter sido criado há quase 20 anos pelo meu pai, mas pelo serviço que presta à população. Retomar esse relacionamento com o mercado é como cumprir a nossa essência em prol da região amazônica”, afirmou.
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