
O mercado de mentoria empresarial vive um processo de expansão impulsionado pelo avanço da economia digital, pelo aumento do empreendedorismo e pela crescente demanda por orientação estratégica para empresas em fase de crescimento.
Apesar desse movimento, o setor ainda apresenta fragilidades estruturais importantes, como baixa padronização, ausência de certificação institucional, forte dependência da marca pessoal dos mentores e pouca governança organizacional.
É nesse contexto que Janguiê Diniz cria a Mentor Capital Group (MCG), uma holding empresarial estruturada para consolidar autoridade, padronização, governança, escalabilidade e capital no mercado de mentoria empresarial. Constituída como uma Sociedade Anônima (S/A), inicialmente fechada, a organização nasce com governança corporativa implantada, auditoria formal e tese futura de abertura de capital (IPO).
Lacuna institucional
A proposta da MCG é atuar justamente nessa lacuna por meio de uma infraestrutura institucional privada e seletiva, voltada à conexão entre mentores, conselheiros, investidores, empresários e líderes empresariais de alta performance.
Diferentemente de uma comunidade aberta ou de um grupo informal de networking, a organização foi concebida como um ecossistema estratégico de empresas de mentorias com critérios claros de entrada, governança interna e visão de longo prazo.
“A mentoria empresarial cresceu muito nos últimos anos, mas esse crescimento ainda não foi acompanhado pela mesma evolução em estrutura, governança e critérios objetivos de qualidade. Existe uma lacuna institucional clara nesse mercado”, afirma Janguiê Diniz.
Sistema de certificação
Entre os pilares da estrutura está o Mentor Capital Standard (MCS), sistema oficial de certificação interna criado para classificar, validar e posicionar mentores com base em critérios objetivos de performance empresarial, capacidade estratégica, governança, ética, escalabilidade de conhecimento com impacto comprovado. O sistema estabelece níveis de maturidade institucional dentro do ecossistema: Apex, Sovereign, Elite e Core, além da categoria Affiliated.
Critérios de progressão
Na prática, o modelo cria uma escada de progressão institucional com exigências objetivas. No nível Core, o participante deve atender a critérios como faturamento anual mínimo, crescimento anual mínimo, margem operacional mínima, NPS mínimo e estudos de casos auditáveis.
Já a categoria Affiliated funciona como etapa preparatória e exige faturamento anual mínimo, receita mensal recorrente mínima, equipe estruturada e contabilidade regular.
- O nível Elite exige faturamento anual mínimo de R$ 10 milhões.
- O nível Sovereign exige faturamento anual mínimo de R$ 20 milhões.
- O nível Apex exige faturamento anual mínimo de R$ 40 milhões.
Para preservar a densidade estratégica, o topo Apex poderá representar no máximo 5% dos membros, enquanto Sovereign terá teto de 15%, Elite de 30% e Core 50%.
Metodologia de crescimento
Outro eixo central da holding é o “4E Growth Framework”, metodologia proprietária e auditável criada para avaliar, estruturar e escalar empresas de mentoria com base em quatro dimensões: Elevation, Engine, Execution e Expansion.
O framework funciona como base técnica para validação e manutenção dos níveis institucionais, reduzindo a subjetividade. O modelo busca transformar negócios ainda dependentes do fundador em empresas mais previsíveis, escaláveis e institucionalmente maduras.
Modelo de royalties
Para sustentar sua infraestrutura, a MCG adota um modelo de royalties mensais progressivos. Quanto maior o nível institucional do mentor no ecossistema, menor o percentual aplicado.
A estrutura inicial prevista é de 15% da receita para Affiliated, 13% para Core, 12% para Elite, 11% para Sovereign e 10% para Apex. Esse desenho busca incentivar a evolução institucional e premiar a maturidade empresarial dos participantes.
Governança corporativa
A governança da (MCG) será composta por Assembleia Geral de Acionistas, Conselho de Administração Estratégico, Conselho Consultivo, Diretoria Executiva e comitês técnicos permanentes, como os de Certificação, Ética, Governança, Finanças, M&A e Expansão.
A estrutura foi desenhada para garantir transparência institucional e qualidade nas decisões. Mais do que uma rede, a holding se apresenta como uma infraestrutura privada voltada à construção de capital intelectual, reputacional e financeiro.
Sobre Janguiê Diniz
Bacharel, mestre e doutor em Direito, graduado também em Letras. Foi Juiz Federal do Trabalho do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 6ª Região e Procurador do Trabalho do Ministério Público da União (MPU), além de professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Fundador e presidente do Conselho do Grupo Ser Educacional, do Instituto Êxito de Empreendedorismo e da Epitychia Investimentos. É sócio da Bossa Invest e fundador da JD Business Academy. Autor de 39 livros, é empresário, mentor e presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES).
ASCOM: Daly Ruiz (DRT-0001114)










