
O final de semana em Manaus será marcado por gargalhadas e performances de tirar o fôlego em um dos cartões-postais mais bonitos da cidade. Em comemoração ao Dia do Circo, celebrado neste 27 de março, o Parque Rio Negro apresenta a programação “Circo na Praça” nos dias 28 e 29. O evento busca resgatar a tradição milenar das lonas e levar a arte para perto do povo de forma totalmente gratuita, com apresentações começando sempre às 17h.
A iniciativa é uma realização do Movimento dos Artistas Circenses Cultural do Amazonas com o apoio direto da Secretaria de Cultura e Economia Criativa. A proposta é transformar o espaço público em um grande picadeiro ao ar livre, permitindo que famílias inteiras tenham acesso a espetáculos que muitas vezes ficam restritos a espaços fechados.
“A nossa expectativa é receber o público e levar alegria por meio das apresentações, com artistas que trabalham com diferentes expressões do circo”, afirmou Raimundo Nonato, o Palhaço Lero-Lero, que coordena o grupo.
Para ele, o evento é uma forma vital de valorizar a arte popular e celebrar o dia oficial da categoria com quem mais importa, que é o público amazonense.
Atrações variadas
Os artistas independentes da capital e de outros municípios do estado prepararam um repertório diversificado para as duas noites de festa. A ocupação cultural do parque ajuda a fortalecer a economia criativa local e oferece uma opção de lazer segura e de qualidade para a população da zona sul e arredores.
- Números clássicos de palhaçaria para divertir as crianças.
- Demonstrações de malabarismo e equilíbrio.
- Acrobacias que desafiam a gravidade.
- Atos de ilusionismo e mágica para surpreender os adultos.
Fortalecimento da arte
O Movimento dos Artistas Circenses Cultural do Amazonas, fundado em 2021, tem sido um pilar importante para os profissionais do setor. Ao reunir palhaços, mágicos e artistas de rua, a organização consegue articular políticas públicas e garantir que a produção circense no Amazonas não perca sua força.
O evento deste fim de semana serve também como uma vitrine para novos talentos que buscam espaço no cenário cultural.
Além do entretenimento, a ocupação do Parque Rio Negro reforça o papel do circo como ferramenta de inclusão social. Ao retirar as paredes dos teatros e as lonas cercadas, a arte dialoga diretamente com o cidadão que passeia pela orla, democratizando o acesso à cultura e incentivando a formação de novos plateias para o futuro.










